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14.9.12

More Than Brothers - capitulo 14



    Justin P.O.V    

Infelicidade. Era essa a palavra que descrevia a minha vida. Quando eu finalmente consigo sair daquele orfanato, eu perco meus pais adotivos.
Nada conseguia explicar os meus sentimentos.
Imagine se você é um órfão que depois de anos e anos é adotado, e quando esse milagre acontece você se apaixona pela sua irmã drogada e seus pais morrem?
Eu não sabia o que ia ser daqui pra frente.
Melanie no momento estava tendo um sono profundo em sua cama. Ela acabou adormecendo e eu levei-a pra lá. Mas na tentativa de procurar uma roupa mais confortável para ela vestir, acabei achando um pacote na gaveta íntima dela. Abri o pacote e cheirei, e logo deduzi: cocaína.
Raiva, muita raiva.
Já não basta ela se drogar em festas, também quer trazer as drogas pra casa?
Minha reação foi pegar o pacote e esconder.
Acabei escondendo a droga em meu quarto, dentro do bolso de uma calça que ficava no fundo da gaveta. Antes de fechar a gaveta fitei uma foto minha. Ela tinha sido tirada no meu primeiro dia no orfanato, assim que mãe Muriel me encontrou na porta com apenas uns panos me protegendo.
Fechei a gaveta e escutei um barulho vindo da porta, que estava entreaberta.
Sai andando rápido até o corredor e olhei para os dois lados. Não havia ninguém. Abri a porta do quarto de Melanie e ela estava deitada, sendo que estava descoberta. Sim, eu fui bonzinho e na hora de colocá-la na cama, cobri-a.
Ignorei os fatos e fechei a porta.
Desci as escadas até a sala e resolvi fazer o almoço. Lembrei das tardes que eu e mãe Muriel fazíamos panquecas de queijo para as crianças. Uma saudade batia no peito, sabe? A saudade foi tanta que eu estava decidido a ir visitar o orfanato, aliás, lá também era a minha casa. Quando terminei de fazer as panquecas, comi algumas e deixei as outras para Melanie. Fui para meu quarto e me arrumei. Passei no quarto de Melanie e ela continuava a dormir. 
Eu sabia que quando ela acordasse, precisaria de alguém, um ombro amigo. Mas vamos lembrar: nós estamos que nem cão e gato nos últimos dias, e eu não vou ser amigo dela, nunca, jamais.
Sai de casa e meu carro estava parado na casa ao lado. Ok, devo ter deixado lá quando cheguei bêbado na noite passada.
Fui até ele e só estava com uma batidinha, não muito grave, na frente. Lembrei de Pattie, a mulher que tinha os olhos misteriosos e confortantes ao mesmo tempo.
A chave ainda estava na ignição. Sorte foi nenhum pivete ter roubado.
Entrei no carro, liguei-o e dei a partida.
O caminho para o orfanato não era tão perto, mas também não era muito longe.
Cerca de 35 minutos depois, eu cheguei lá.
O orfanato por fora continuava a mesma coisa. A pintura era um marrom avermelhado e velho, já que as paredes não são pintadas a muito tempo. Desde que me lembro, sempre teve aquela cor. Bati na porta e alguns segundos depois alguém abriu. Levantei a cabeça para ver quem era, e me deparei com mãe Muriel, que na mesma hora abriu os braços e sorriu. Abracei-a com toda a força que tive, e ela, apenas retribuiu.
- O que faz aqui, querido? - ela perguntou enquanto separávamos do abraço.
- A saudade bateu na porta do meu coração... - disse com um sorriso sapeca e ela riu.
- Senhor, como você cresceu - mãe Muriel me disse dando outro abraço apertado em minha pessoa.
- Mas não faz nem 1 mês que não você não me vê - falei enquanto era esmagado por ela.
- Mesmo assim meu filho, coração de mãe é o mais forte e sensível que tem - ela disse e eu apenas sorri. Depois dela ter me soltado, entrei no orfanato e ela fechou a porta, logo, conduzindo-me até o sofá da sala. Ah, esse sofá... Já tirei tantos cochilos nele.
Mãe Muriel sentou-se ao meu lado. Olhei-a nos olhos, e, quando nossos olhos se encontraram, aos poucos, o sorriso contido no rosto dela foi desaparecendo.
- O que aconteceu? - perguntou e eu abaixei a cabeça.
- O senhor e a senhora Sparks... - exitei em falar e dei um suspiro profundo - eles morreram - desabei em lágrimas.
- Ai senhor - ela disse colocando a mão na testa e logo sua feição estava triste - vai ficar tudo bem, eu prometo - ela me abraçou e as lágrimas tomaram conta de meu rosto.
- Eu estou sozinho, mãe - falei em meio às lágrimas e ela se afastou um pouco de mim, para poder visualizar meu rosto.
- Não, você não está sozinho - ela disse e uma de suas mãos foram parar em meu ombro - você tem a mim.

[...]

Eu já tinha contado tudo o que aconteceu nesse tempo que ficamos sem se ver. Até mesmo de minha paixão por Melanie, na qual se tornava maior cada vez que eu tinha raiva dela. Mãe Muriel foi e sempre será a melhor pessoa do mundo. Me lembro de antigamente, quando ela me consolava toda vez que eu ficava triste.
O orfanato estava vazio. As crianças estavam em um acampamento que a prefeitura da cidade organizou. Eu estava com saudades de Lizzy, então teria que voltar outro dia para vê-la.
Agora estávamos conversando sobre Melanie. De acordo com a mãe Muriel, eu tenho que esperar um certo tempo passar, para poder saber o que eu realmente sentia por Melanie. E se esse sentimento fosse intenso, eu deveria seguir em frente, e tentar conquistá-la. Mas em relação a mudar, ser um novo Justin... Ela apenas disse para eu fazer o que achar melhor.
Conversar com ela me fazia bem. Ela me passava uma segurança tremenda, como se eu não tivesse medo de nada. Ela fazia eu me sentir único.

     Melanie P.O.V    


Justin já tinha saído não sei para onde, sendo que eu vi ele escondendo minha cocaína no armário dele. Sim, eu espionei, e quase fui pega na tentativa de correr de volta para meu quarto. Mas acabei cochilando e acordei com a porta de casa sendo batida.
Estou sozinha, viva.
Você deve estar pensando: nosso você está tão bem para quem acabou de perder os pais.
Mas vou-lhe dizer algo.
Chorar é o pior modo que se tem de superar algo.
No que vai adiantar ficar se lamentando, se as lágrimas não irão trazer as pessoas que eu mais amei na vida de volta?
E o pior é que eu só sabia de uma coisa: o avião tinha caído.
Mas... Eles não voltariam só na próxima semana?
Fiquei perdida em meus pensamentos e decidi buscar na internet detalhes sobre os acidentes que acontecerão pelo mundo nos últimos dias.
Liguei meu laptop e procurei, procurei, procurei e não achei NADA. Eu ia desligar meu laptop, mas lembrei que tinha que ver meu e-mail. Entrei na minha conta e vi que tinha 2 e-mails na caixa de entrada. Um deles era de Ryan, me chamando de gatinha e perguntando se eu queria sair com ele. Ignorei e exclui, sem ao menos responder.
Já o outro era de minha mãe.
A data era hoje de madrugada. 
Abri o e-mail, e como o coração apertado, comecei a ler.

Oi, filha. Espero que esteja tudo bem aí. Pois é, infelizmente não conseguimos fechar o contrato. Esse povo daqui é muito doido e complicado.
Queria estar em casa, cuidando de você e do Justin.
Em falar nele, tudo bem com ele?
Mas enfim, o pai de vocês mandou um beijo e tá aqui dizendo que está morrendo de saudades.
Agora focando no assunto.
Eu e seu pai daqui a pouco vamos ir para o aeroporto. Sim, voltaremos para casa, mas com uma notícia muito alegre.
Eu poderia te contar pessoalmente, mas não aguento de ansiedade para que você saiba logo.
Eu estou grávida.
Isso mesmo que você leu. Você terá um irmãozinho.
Quando chegamos aqui eu comecei a sentir uns enjoos e tonturas. Seu pai achou que fosse por causa do fuso horário, mas no dia seguinte, continuei com os mesmos sintomas. Fomos em um hospital internacional que tem aqui na região e fui consultada. E no final de tudo, descobri que seria novamente mamãe. Seu pai chorou feito um bebê, você tinha que ver.
Não vejo a hora de chegar ai e nós escolhermos juntas o nome da criança. Eu sempre sonhei em ter um monte de filhos, sabe? Esse foi um dos motivos que adotamos Justin. Mas enfim, agora tenho que ir antes que eu perca o voo.

Amo vocês.  XOXO


 - Mamãe e papai.

Ok, agora eu tenho motivos para chorar. Desde da primeira palavra minha vontade era de gritar. E piorou quando eu vi a palavra "grávida". As lágrimas automaticamente saíram. Eu chegava a soluçar, só de pensar que eu não tinha perdido 2, mas, 3 pessoas. As pessoas mais importantes da minha vida, como eu já disse e não vou parar de repetir.
Meu sentimento era de culpa. Por eu ter feito todas as merdas que fiz. Por não ter sido uma boa filha. Enfim, por não ter dado orgulho na qual eu sempre desejei dar.
Me lembro de quando minha mãe uma vez me disse que chorava de emoção só de pensar no futuro. Eu formada em uma faculdade, com um ótimo emprego, um marido engraçado e uma casa perto da praia cheio de crianças correndo de um lado para o outro.
Meu coração doía ao saber que muitos sonhos não foram realizados e nunca poderão ser, em relação as pessoas que também estavam no acidente.
Eu queria achar uma porta, na qual quando eu abrisse voltasse pro mundo real e me desse conta que estava em outra dimensão. 
Eu queria de qualquer jeito parar aquela angustia no peito.
Parar aqueles sentimentos misturados.
E só encontrei um jeito: drogas.
Lembrei de minha cocaína que Justin havia escondido.
Levantei da cama e caminhei até o quarto dele. Abri a porta e rapidamente fui para o guarda-roupa. Abri o mesmo e fui até a gaveta de bermudas. Apressadamente procurei a calça que ele tinha escondido e peguei o saquinho do bolso dele. Mas ao tirar a cocaína de dentro da gaveta dele percebi uma foto.
Ela estava meio velha, devo ser por causa do tempo.
Na foto havia um bebê com uma roupinha roxa. O bebê não aparentava nem ter se quer uma semana de vida, pelo tamanho que ele tinha. 
Sentei no chão do quarto do Justin sem medo algum dele chegar e me pegar ali.
Examinei cada canto da foto. Detalhe por detalhe.

[...]

Eu já tinha fumado a droga, e ela já tinha feito efeito. Eu não estava fora de mim pelo fato de ter fumado em uma quantidade mínima.
Recebi uma mensagem de Jeremy dizendo para eu ir na casa dele e ficar com Pattie enquanto ele ia no supermercado comprar algumas coisinhas.
Mandei um mensagem de volta, dizendo que chegaria em alguns minutos e logo fui no banheiro tomar um banho e escovar os dentes.
Eu não queria que ela sentisse o cheiro de cocaína vinda de mim.
Após sair do banho coloquei um short jeans, uma blusa de regata na cor azul bebê e meu all star de cano médio.
Peguei meu celular e parti pra casa do Jeremy.
Ao chegar lá, toquei a campainha e Jeremy abriu, dando-me um beijo na testa e logo passando por mim, indo em direção ao seu carro estacionado na calçada.
Entrei na casa dele e avistei Pattie sentada no sofá enquanto bebia uma xícara de café.
- Oi, Pattie - eu disse enquanto fechava a porta da casa de Jeremy.
- Oi, querida - ela disse e logo percebeu que meus olhos estavam inchados - o que aconteceu? - perguntou e eu me sentei ao seu lado no sofá.
- Meus pais - abaixei a cabeça e respirei fundo, senti a mão dela acariciar minha cabeça, indo do topo até as pontas de meu cabelo - eles morreram - disse e escutei um suspiro de surpresa vindo dela.
- Eu sinto muito - ela me abraçou de lado e eu retribui - mas, o que aconteceu  ? Como eles morreram? - ela perguntou e colocou uma mecha de meu cabelo atrás da orelha.
- Hoje de manhã, eu e Justin estávamos discutindo até que o telefone tocou - parei de falar e deixei acidentalmente uma lágrima cair - eu atendi e... era do IML - falei e encarei o rosto dela. Seus olhos estavam marejados - então o cara perguntou se eu era a filha deles e... - hesitei e comecei a chorar - ele me disse que o avião que eles estavam tinha caído - continuei a chorar e ela me abraçou forte, pelos ombros.
- Ai senhor - ela disse e logo beijou o topo da minha cabeça - você já foi reconhecer o corpo? - perguntou e eu neguei com a cabeça. Ela me soltou de seus braços e pegou em minha mão - você quer que eu vá com você? - eu apenas abaixei a cabeça e retornei a olhá-la.
- Sim - falei em um sussurro - eu preciso de alguém ao meu lado, sabe? - ela apenas deu um sorriso consolador e suspirou.
- Então vamos, mas antes vou mandar uma mensagem para Jeremy - ela disse e logo se levantou do sofá e foi em direção a bancada da cozinha, onde a bolsa dele estava. Ela retirou de lá seu celular e começou a digitar, minutos depois ela guardou o mesmo no bolso e pegou a bolsa colocando-a no ombro.
- Vamos? - perguntou e eu assenti com um sorriso triste.
Nós fomos até o IML que fica no centro da cidade e tivemos que esperar alguns minutos até eles autorizarem nossa entrada. Entramos em uma sala fria, totalmente fria. Um calafrio passava pelo meu corpo de um modo inexplicável.
Eu informei que era filha do supostos falecidos e eles lolo trouxeram duas cama, em cada continha um corpo.
- Quer que eu levante ou você mesmo levanta? - Pattie perguntou em relação ao lençol que cobria os corpos.
- Eu levanto - falei baixo e ela assentiu e me soltou de seus braços.
Dei dos passos até chegar nas macas.
Respirei fundo e segurei os lençóis, um em cada mão, pela pontinha.
Fechei os olhos e levantei devagarinho os lençóis.
Escutei Pattie falar um "ai senhor" e então criei coragem para abrir meus olhos.
Abri-os devagar e abaixei minha cabeça.
E lá, pálidos e totalmente sem vida, estava meus pais, mortos.

[...]

- Toma essa água - ela disse enquanto sentava do meu lado, me entregando um copo descartável com água.
Estávamos na recepção do IML.
Minha respiração estava falha e minha visão completamente embaçada por conta das lágrimas.
Minhas mãos tremiam e minha cabeça latejava, totalmente.
- Vai ficar tudo bem, meu amor - ela disse e me abraçou de lado.
- Eu não tenho mais ninguém, Pattie - falei baixo, mas o suficiente para que ela escutasse.
- Não, você não está sozinha... Você ao Justin, ao Jeremy e a mim - ela disse e beijou minha testa.
Apoiei minha cabeça em seu ombro e ali mesmo, chorei mais e mais.

[...]

Já tínhamos voltado para casa de Jeremy, na qual tinha chego do mercado.
Os dois, Pattie e Jeremy, ficaram me consolando e até pensaram em ficar com a minha guarda e a de Justin.
Mas eu disse que ia pensar.
Conversamos sobre variados assuntos, até que eu fiquei curiosa em relação ao filho que ela perdeu.
- Pattie? - chamei-a e ela me olhou.
- Sim, querida - disse e sorriu.
- O que aconteceu no dia 1 de março de 1994? - perguntei e o sorriso desapareceu do rosto dela - se não quiser falar sobre isso, não precisa - eu disse e ela deu um sorriso de lado.
- Não, não me importo de falar - ela suspirou e eu sorri - Bom, naquele dia a bolsa estourou e eu para o médico, e logo liguei para Jeremy. Ao chegar no hospital fiz tudo o que foi pedido e na hora de dar a luz, o parto seria cesariana. Os procedimentos foram feitos e até hoje eu consigo escutar aquele som de choro de bebê, uma das minhas únicas memórias que eu tenho dele - ela deixou uma lágrima cair, limpou-a e continuou - e assim que tiraram o excesso de sangue do corpinho dele, me deram ele. Depois Jeremy quase fez uma segunda guerra mundial para poder eles colocarem a roupinha que a mãe dele comprou pro bebê, antes dele ir para a encubadora - ela riu dos próprios pensamentos e continuou - e eu depois só lembro de cair no sono por causa do anestesia e acordar com Jeremy chorando, dizendo que a pessoa que eu mais amava na vida, mesmo que tivesse nem um dia de vida, estava morto - ela terminou e ele fiz carinho no braço dela, como consolo.
- Você chegou a ver ele morto? - perguntei e ela negou.
- Eles disseram que já haviam mandado o corpo para um freezer e logo usariam em laboratórios - ela disse e eu fiquei chocada.
- Você sabe que isso é crime, néh? Fazer isso com um bebê sem a permissão de algum parente - falei e ela olhou em meu rosto.
- Eles disseram que tiveram autorização de uma mulher que se dizia ser tia dele - ela disse e eu suspirei, antes que eu chorasse de raiva.
- Eu sinto muito - sorri de lado e ela retribuiu o sorriso.
- A única coisa que me sobrou foi uma foto, que o Jeremy tirou quando ele estava na encubadora, minutos antes de morrer - ela disse e eu fiquei curiosa.
- Você ainda tem essa foto? - perguntei e ela assentiu. Logo foi até a bolsa e pegou a carteira, tirando de lá uma fotografia.
- Essa foto é praticamente minha vida - ela disse me entregando a foto e eu apenas sorri e peguei a foto da mão dela.
Observei bem a foto... Pera... Eu conheço essa roupinha.
Esse bebê se parece muito com o da foto que encontrei na gaveta de Justin...
Ah não.
- Não pode ser - sussurrei.

CONTINUAAAAAAAA...
Ela desce, desce, desce gosta de ir até o chão ♪

Oi, mesninas  :)
Tô de volta... Sei que postei tarde mas postei  >.<

BEM-VINDAS NOVAS LEITORAS.
E muito obrigado a TODAS pelo apoio.
XOXO

Fiquem com o Codes, o Justin e essas mina ai da família Kardashian (não gosto da Kendall e nem da Kylie  ú.ú  não me batam)  \o/


5.9.12

More Than Brothers - capitulo 13





Justin P.O.V

Acordei com uma dor de cabeça imensa e uma ressaca do caramba. Me lembrava de pouca coisa da noite passada. Apenas uma garota, Caitlin, se não me engano, era o nome dela; uma batida e uma mulher. Pattie, isso. Esse era o nome da mulher dos olhos marcantes na qual tinham um mistério.
Olhei ao redor e vi que estava no meu quarto. Como vim parar aqui?
Levantei e percebi que estava com a mesma roupa da noite passada. Fui cambaleando até o banheiro e me despi rapidamente. Entrei no box e me sentei no chão, deixando a água cair sobre minha cabeça.
Eu estava confuso. Parte de mim sentia culpa. Culpa por ter me transformado em um ser na qual comeu qualquer garota. E a outra parte apreciava o sabor da vitória. Vitória por estar conseguindo me tornar o que eu queria.
Depois de cerca de 20 minutos debaixo do chuveiro, saí do banho. Enrolei uma toalha em minha cintura e fui em direção ao quarto, colocar uma roupa. Coloquei uma bermuda jeans clara, uma regata branca e um chinelo qualquer.
Sai do meu quarto e desci as escadas.
Assim que acabei de descer, vi Melanie vendo TV enquanto comia cereal. No momento que ela percebeu minha presença, olhou para mim com um olhar na qual eu nunca tinha identificado antes. Seus olhos estavam vazios. Passei por ela sem dizer nada, enquanto ela acompanhava cada passo meu com o olhar, e, fui para a cozinha.
Quando cheguei lá procurei algo para comer de café da manhã e a única opção foi ovos com bacon, já que a Melanie tinha comido o resto do cereal todo. Enquanto fritava os ovos, senti a presença de Melanie na cozinha. Ela foi até a pia e começou a lavar a tigela. Ambos estávamos em silêncio. Mas esse silêncio logo foi quebrado.
Melanie: Depois você vai lá na casa do Jeremy pedir desculpas para a Pattie - ela disse enquanto fechava a torneira e balançava a tigela, fazendo algumas gotas de água voarem.
Justin: E porque eu deveria? - perguntei grosseiramente. Eu devia ser assim com ela.
Melanie: Para de ser grosso - falou enquanto se virava para me olhar.
Justin: Eu não sou grosso. Grosso é o meu pênis - disse e olhei para ela com uma cara sínica. Ela levantou um sobrancelha e deu uma risada irônica.
Melanie: Além de um idiota é infantil - ela disse enquanto caminhava para a saída da cozinha.
Justin: Ué eu só disse que meu pênis é grosso - debochei enquanto desligava o fogão e me virei. Olhei para ela que já estava na porta da cozinha. Ela se virou e balançou a cabeça negativamente.
Melanie: Talvez eu ligue para Caitlin, para ver se ela confirma - ela disse, se virou e sai andando.
"Como.ela.sabia?" Essa era a única pergunta que martelava na minha mente.

Melanie P.O.V

Hoje de manhã acordei com meu celular tocando. Quando fui atender era o Chistian. Eu ignorei pela primeira vez, achando que era alguma bobagem que ele iria falar. Mas logo recebi uma mensagem dele dizendo que era para eu atender o telefone, urgentemente. Quando atendi ele começou a xingar o Justin de tudo quanto é nome, e só depois de um tempo eu fui entender o que aconteceu. Justin levou a Caitlin para a cama. Meu mundo parou,aliás, desabou. Aquelas palavras foram umas das mais difíceis que tive que ouvir. Era como se enfiassem uma faca em meu coração por cada letra pronunciada. Minha raiva era enorme, mas a minha mágoa era maior. Sabe o que é sentir algo na qual você não queira? Sentir ciúmes por algo que não é seu, sendo que seu coração quer ter mas sua mente diz: não, ele é um idiota? Pois é, me encontro nesse situação.
Orgulho, era esse o problema, que mesmo faça estragos, eu amo ter.
A maior raiva que eu tive foi ver Justin descendo aquelas escadas. Parte de mim queria pegar uma arma e colocar na cabeça dele, e, sem pensar duas vezes, apertar o gatilho. Mas a outra parte deseja beijá-lo. E adivinha que parte queria ele para mim? Pois é, o coração. 
O Justin estava sendo grosso, o que pra mim foi o cúmulo.
E eu ainda joguei na cara que sabia sobre ele e a Caitlin.
Ele ficou sem reação nenhuma, mas depois de uns segundos correu até mim e puxou meu braço, me virando, fazendo eu ficar frente a frente a ele.
Justin: Como você sabe disso? - perguntou com tom confuso e raivoso ao mesmo tempo.
Melanie: Isso não interessa - larguei meu braço de sua mão - mas cuidado ao passear na rua... O irmão da Caitlin tá doidinho pra te ver em um caixão - eu disse balançou a cabeça, como se tentasse tirar algo lá de dentro.
Justin: Então você conhece o irmão da Caitlin? - ele perguntou em um tom alto de voz.
Melanie: Isso também não te interessa - respondi e olhei dentro dos olhos dele.
Justin: Deixa eu adivinhar... Deve ser um idiota que você dá o cu em troca de dinheiro - ele cuspiu as palavras na minha cara. Pera, ele me chamou de puta?
Antes que eu pudesse falar algo o telefone tocou. Ambos olhamos pro telefone em cima da mesinha ao lado do sofá e voltamos a olhar um para o outro.
Melanie: Essa conversa não acabou aqui - eu disse e logo fui atender o telefone.

- Alô? - perguntei para a pessoa do outro lado da linha.
- Essa é a residência da Lola e do John Sparks? - perguntou uma voz masculina.
- É sim, o que deseja? - perguntei. Minha feição estava confusa, o que fez Justin também ficar confuso.
- Aqui é do IML e estamos tentado identificar as famílias dos corpos que foram trazidos para cá ainda pouco, do acidente de avião - o homem disse e meu coração parou de bater. Pude sentir uma lágrima queimando em meu rosto e Justin olhou para mim completamente confuso.
- O que? - perguntei em um sussurro. Minhas pernas estavam bambas.
- Haaaaam... - o cara ficou todo enrolado nas palavras - a senhorita é o que deles? - perguntou.
- E-e-eu sou filha - perguntei enquanto gaguejava. Aquilo não poderia ser real.
- Desculpa informá-la mas seus pais morreram - essas foram as últimas palavras antes que eu deixasse o telefone cair no chão e começasse a chorar. 

Justin me olhou totalmente preocupado. Sentei no chão e chorei mais ainda. Justin se sentou ao meu lado e me abraçou. Sinceramente, essa era a última ação que eu pensei que ele poderia fazer.
Justin: O que aconteceu? - ele perguntou enquanto me abraçava forte. 
Melanie: O papai... O papai e a mamãe - falei entre soluços.
Justin: O que tem eles? - seus olhos começaram a lacrimejar.
Melanie: Eles morreram... Eles morreram, Justin - falei enquanto olhava dentro de seus olhos.
Agora ambos chorávamos. Um abraçado ao outro.
Difícil de acreditar, não?
As pessoas na qual você mais ama nesse mundo, as que te deram amor, casa, comida e carinho, já não estariam mais do meu lado para me confortar.
Essa com certeza é a tradução para a frase: sem chão.
Por mais que eu não quisesse acreditar, eu deveria aceitar o fato de que a partir daquele momento, estávamos sozinhos. Sozinhos naquela casa, sozinhos naquela cidade, sozinhos no mundo.


CONTINUA.
FICOU UMA BOSTA NÉH?  :/

Maaaaaaaaaaaas, então...
DESCULPEM A DEMORA, é que tirei o dia de ontem pra fazer umas alteraçõeszinhas nesse blog e também no meu outro blog, o do Imagine Simpsonizer.
MAS, TA AÍ  :S
Segunda eu não postei porque como eu já disse antes, é uma merda pra mim.
SÁBADO, DOMINGO E SEGUNDA são os dias na qual eu fico fora de mim.
A ocupação aumenta, junto com a preguiça.
MAS, TA AÍ :D
E outra coisa: Vocês vão querer 2ª temporada ou que eu continue os capítulos normalmente?
Eu acho que fazendo 2ª temporada seria melhor, pois iria passar alguns anos e tals  :D
ENFIM, QUERO SABER O QUE VOCÊS ACHAM. Então votem na enquete na barrinha ao lado  \o/

Enfim, vou indo. BYE

Fiquem com essa belezura que chamam de Cody  ú.ú

sedussãun

28.8.12

More Than Brothers - capitulo 12






Melanie P.O.V

Filho de uma mãe. Aquele idiota está achando que é quem? Eu estava com MUITA raiva dele. E nada é melhor do que descontar os sentimentos em algo. Sai do sofá e subi as escadas. Passei pelo quarto de Justin para ver como ficou, que se me lembro, os móveis eram deveriam ter chegado hoje. Abri a porta do quarto dele e deparei com o quarto todo mobiliado. Sortudo do caramba. Tinha até suíte, acredita nisso? Deixei aquele quarto enfurecida e entrei no meu. Fui até o lugar na qual eu escondia meu diário: Um fundo falso na última gaveta do meu armário. Peguei o diário e fui até a mesinha do notebook perto da janela, peguei uma caneta e logo me sentei na cama com perna de índio e o diário apoiado no meio delas. Respirei fundo antes de começar e destampei a caneta. Abri na página e comecei.

"Querido Diário...
O que fazer com seu irmão adotivo que você odeia e tem uma queda ao mesmo tempo? Eu lhe respondo: MATE.
Apesar de que, eu não posso, infelizmente.
Eu o odeio por ter entrado na minha vida, pensando que pode mandar em mim e mudar só porque "eu sou rebelde". ISSO É FALTA DE UMA PIROCA, ISSO SIM!
E odeio ele ainda mais por ter uma atração por ele.
ATRAÇÃO, ISSO MESMO!
Mesmo que seja errado, seus lábios chamam os meus como um imã.
Seu toque faz meu corpo estremecer e logo vem a famosa sensação chamada "borboletas do estômago".
Sua voz, aaah, sua voz... Simplesmente me arrepia desde da unha do pé até meu último fio de cabelo.
Vocês devem estar achando: Ah que lindo, isso é o amor.
AMOR O CACETE!
Essa merda é uma droga na qual eu não quero e me recuso a experimentar. E o melhor modo de fazer isso é sendo fria com ele. Preciso esquecê-lo, antes que esse sentimento se torne mais forte cada vez mais."

Parrei de escrever e encarei aquela folha escrita até a metade. Bufei e logo joguei meu corpo para trás, fazendo-me deitar na cama. Olhei para o relógio em cima da mesinha de cabeceira e marcava 5 minutos para as 22:00. Levantei da cama e escondi de volta o meu diário. Voltei pra cama e me taquei, ficando toda esparramada na mesma. Fechei os olhos e em segundos, adormeci.

Justin P.O.V

Justin: Então, qual é o seu nome? - perguntei sorridente para uma garota bonita que sorria para mim.
XXX: Sou Caitlin... Caitlin Beadles, e você? - perguntou a menina dos cabelos castanhos claros.
Justin: Bom, eu sou Justin - sorri.


Cait: Gostei do nome - sorriu sem amostrar os dentes - se quiser você pode me chamar de Cait - sugeriu e eu apenas sorri.
Justin: Você costuma a vir aqui sempre? - perguntei olhando em seus olhos.
Cait: Não... - sorriu - eu estou aqui por causa do meu irmão - explicou e eu assenti.
Justin: Você está tomando conta dele ou ele está tomando conta de você? - perguntei brincando.
Cait: Nenhum nem outro - ela riu. Aquela risada fazia bem aos meus ouvidos, mesmo que a música alta atrapalhasse um pouco.
Justin: Atá - ri junto com ela.
Cait: Então, quer tomar algo? - perguntou. Era impressão minha ou ela realmente me olhava maliciosa?
Justin: Não sei... Talvez - sorri e ela riu da cara que eu fiz. Logo, pegou uma bebida da bandeja de um garçom que passava por nós.
Cait: Toma, bebe - entregou-me o copo e eu virei de uma vez só. Aquilo desceu queimando.
Justin: Nossa - reclamei - que troço é esse? - perguntei olhando para o copo vazio e logo cheirei o mesmo. Álcool, era esse o cheiro.
Cait: Vodka - respondeu e logo pegou outro copo da bandeja de outro garçom e bebeu.
Justin: Isso é forte, néh? - perguntei. Ela deu uma risada escandalosa.
Cait: Esse é só o começo - falou e logo voltou a tomar a bebida.


=================swag================

Já era 23:18 e eu e Caitlin estávamos sentados em uma mesa, no canto da balada. Não estávamos bêbados, apenas fora de si.
Olhei para ela que me encarava com uma cara malicioso e tentei seduzi-la.



Cait: O que você está tentando fazer? - perguntou após dar uma risada monstruosa. O estado alcoólico dela era pior do que o meu
Justin: Bom, eu tentei te seduzir, mas acho que foi uma tentativa fail - ri enquanto fitava o chão e pudê perceber ela levantando da cadeira e vindo até mim. Caitlin se sentou no meu colo, de frente.
Cait: E quem disse que não deu certo? - sussurrou no pé do meu ouvido. PQP QUE TESÃO.
Justin: Hum... Estão quer dizer a senhora quer brincar de médico? - perguntei maliciosamente e ela levou uma de suas mãos até minha calça, abriu o zíper e começou a massagear o meu "amiguinho".
Cait: É o que eu mais quero - respondeu com uma voz sexy. Aquilo foi o cúmulo. 
Levantei da cadeira com a Cait ainda no meu colo e ela envolveu as pernas em minha cintura. Enquanto nos beijávamos ferozmente eu subia as escadas daquela boate a procura de um quarto.
Cait: Ali - apontou o dedo com os olhos fechados por conta da excitação de ambos. Encarei o lugar que ela apontou. Era uma quarto vazio.
Voltei a beijá-la e fui em direção ao quarto. Entrei no mesmo e joguei-a na cama. Tirei o seu vestido em um só puxão e encarei seus seios a amostra, já que ela estava sem sutiã. Comecei a chupar um e massagear o outro com uma mão.
Seus gemidos me levavam a loucura.
Comecei a distribuir beijos pelo seu corpo enquanto tirava a minha roupa. Logo, ambos estávamos nus. Fui até a sua "amiguinha" e comecei a chupar. Caitlin estava molhadinha, o que me deixou mais excitado.
Cait: Me fode todinha - implorou maliciosamente enquanto gemia.

===============swag==============

Acordei de um cochilo. Sim, apenas um cochilo. Meu corpo ainda estava suado. Caitlin dormia profundamente ao meu lado. Me levantei da cama cambaleando e vesti minhas roupas. Eu ainda estava um pouco fora de mim. Acordei Caitlin que apenas levantou a cabeça e avisei que estava indo. Ela assentiu e voltou a dormir. Desci as escadas daquela boate e quando um garçom passou por mim, peguei um copo na qual tinha Big Apple. Bebi de uma vez só e fui em direção a saída da boate. Saí e fui para o carro. Abri a porta e entrei no mesmo. Liguei-o e sai a caminho de casa. A estrada parecia rodar. Admito, estava tonto. Isso é o que o álcool faz com a gente.
Eu dirigia cerca de 60km/hora.
Quando estava prestes a chegar na porta da minha casa, senti o carro bater em algo e uma pancada forte na cabeça.
Abri os olhos, que estavam fechados por conta do susto, e vi uma mulher saindo do carro que eu tinha batido. Essa mesma mulher veio até a janela do motorista onde eu estava e pediu para eu abaixar. Mesmo zonzo e com medo do que podia acontecer, abaixei a janela. Ela me olhou preocupada e colocou a mão no meu rosto.
XXX: Você está bem? - pergunto a mulher de cabelos castanhos e uma aparência de 30 e poucos anos.
Justin: Mais ou menos - disse grogue e destranquei o carro. Coloquei a mão na fechadura e a mulher se distanciou para eu poder abrir a porta, logo fiz.
Sai do carro tonto e ela segurou em meu ombro.
O que me assustava era o fato de ela se preocupar mais com o meu estado que com o carro dela.
XXX: Qual é o seu nome, meu rapaz? - perguntou olhando em meus olhos. Mas eu no momento fitava o chão.
Justin: Justin... Justin Sparks - respondi - e o seu? - perguntei e logo olhei em seus olhos, que ainda olhavam os meus. Senti um frio na barriga que nunca sentira antes. Meu corpo estava arrepiado pelo fato de eu ter olhado nos olhos daquela moça. Seu olhar me lembrava algo. Era como se eu já tivesse visto esse olhar.
XXX: Sou Pattie... Pattie Mallette.

Melanie P.O.V

Acordei com a campainha tocando.
Olhei no relógio ao lado da cama e vi o horário. Eram exatamente 3:21 da manhã.
Quem é o desgraçado que me acordou a essa hora?
Levantei da cama e desci as escadas reclamando. Fui até a porta da sala e quando abri me deparei com Pattie me olhando e o Justin com um braço envolta dos ombos dela e a testa sangrando.
Melanie: O que aconteceu? - perguntei sonolenta e preocupada ao mesmo tempo.
Pattie: Esse daqui é o seu novo irmã, não é? - ela perguntou e eu assenti e encarei Justin. Ele estava com cara de bêbado. Merda.
Melanie: Sim... Como você sabe? - perguntei - E o que aconteceu? -.
Pattie: Jeremy me contou - sorriu - esse rapaz bateu com o carro no meu. Então eu perguntei o nome e ele disse que era Justin Sparks... Lembrei que seu sobrenome também era Sparks e que o Jeremy tinha comentado comigo que seus pais adotaram um adolescente - ela explicou e eu apenas a olhava.
Melanie: Ata - falei e olhei para Justin. Ele estava quase dormindo em pé. Filho da mãe - entra - falei e dei espaço na porta para ela entrar.
Ajudei-a a colocar o Justin deitado na cama do quarto dele e logo descemos para sala.
Melanie: Pattie, me desculpa - pedi e ela apenas sorriu.
Pattie: Que nada, Mel... Já passei por essa fase... E tenho que concordar, o álcool é um perigo - ela disse com um sorriso torto. Eu sabia do passado dela, e lhe garanto que não foi nada legal - seus pais estão? - perguntou.
Melanie: Não - sorri.
Pattie: Ata - sorriu de volta e continuou - o trânsito estava péssimo do aeroporto até aqui... Então só consegui chegar agora - sorriu.
Melanie: Pois é - falei. Eu não tinha nada para falar então falei isso. E ela percebeu a minha falta de assunto.
Pattie: Bom, deixa eu ir... Jeremy deve estar acordado me esperando - sorriu e foi em direção a porta.
Abri a porta para ela e ela passou. Antes de ir, a chamei.
Melanie: Manda um beijo pro Jeremy - pedi.
Pattie: Pode deixar... Tchau - disse e foi em direção ao seu carro que estava parado junto com o do meu pai. Ambos batidos.
Melanie: Tchau - falei em um tom alto para ela me escutar. A sorte é que o carro estava bem perto da calçada, então eu não era obrigada a tirar o carro dali. Ignorei a merda que Justin fez e fechei a porta.
Subi as escadas e fui no quarto do Justin, onde o mesmo dormia profundamente.
Melanie: Viado - falei para mim mesma, raivosa.
Fechei a porta do quarto dele e fui para o meu. Deitei na cama e me cobri. Fechei os olhos e achei uma posição confortável. Em menos de minutos, dormi.



CONTINUAAAAAAAAAA...


RÉLOOOOOOU, COMO VÃO?
Desculpem pelos erros ortográficos do capítulo anterior e desse capítulo.

MAS E AÍ?

Comenteeeeeeeeeeeem  *-*

E fiquem com o gostoso do Cody  :S



AI SINHÔ, é muita seduçãum  66'

27.8.12

More Than Brothers - capitulo 11



Melanie P.O.V

Acordei com uma dor insuportável na cabeça. Abri meus olhos lentamente e me deparei com um quarto desconhecido. Me inclinei na cama, ficando sentada na mesma. Logo percebi, eu estava nua. Percebi a presença se alguém e quando olhei para o meu lado, Christian dormia, também nu. Merda. Ok, não precisa ser do FBI os vidente pra saber o que aconteceu na noite anterior. Meu corpo todo doía. Eu não sabia se era por causa das drogas, do álcool ou do sexo com o Chris. E vamos deixar claro, que potência esse muleque tem... Apesar do meu estado anormal e fora de mim na noite passada eu conseguia me lembrar do momento de eu e Christian juntos, na cama. Não foi perfeito e muito menos ruim. Foi selvagem, algo inexplicável. Me levantei da cama me cobrindo com o lençol e acabei deixando o Christian descoberto. Não, eu não queria me arrumar vendo a cena dele nu, dormindo. Rapidamente procurei minhas roupas pelo quarto e coloquei a mesma. E antes de pensar duas vezes, cobri novamente ele, que já deveria estar acordando. Joguei o lençol nele, mas o mesmo o tirou do corpo, descobrindo-se. Christian abriu os olhos e se deparou comigo, em pé, na beira da cama, ao lado dele. O que fez ele sorrir instantaneamente.
Chris: Você não sabe por quanto tempo eu esperei isso - ele disse sorrindo com uma casa de lesado. Efeito das drogas, conclui.
Melanie: Bom saber que alguém se masturbava pensando em mim - disse irônica e ele juntou as sobrancelhas.
Chris: Ei, masturbação são para muleques de 11 anos de idade - ele se defendeu e eu ri da situação.
Melanie: Falow, agora vai dizer que pega geral - eu perguntei e ele fez uma cara meio que dizendo que era óbvio. Tá, ele óbvio que ele pegava todas - aaah, você e sua galinhagem - reclamei indo em direção a porta.
Chris: - riu - Onde você vai? - perguntou enquanto pegava o lençol e cobria as partes íntimas.
Melanie: Pra casa, ou você acha que eu vou ficar o dia todo no quarto de uma boate? - perguntei e ele sorriu malicioso.
Chris: Bem que a gente podia fazer uma rapidinha antes de você ir - ele sorriu  malicioso e se levantou da cama, vindo em minha direção. Safado.
Melanie: Tá de deboche com a minha cara? - perguntei e ele e passou os braços pela minha cintura, e , logo, começou a distribuir beijos pelo meu pescoço. Melanie, respira, você consegue.
Chris: Mata a vontade desse garotinha carente - ele sussurrou no meu ouvido. Me controlar, era isso que eu precisava.
Devo admitir: Eu completamente não consigo me controlar.
Ataquei a boca de Chris vorazmente que parou o beijo com uma mordida no meu lábio inferior e me encarou, confuso.
Chris: Eu sabia que você ia ceder - ele disse sorrindo maliciosamente e voltamos a nos beijar. O lençol que cobria suas partes íntimas agora estava no chão, deixando-o nu. E eu, estava com as mesmas roupas da noite anterior, mas elas logo foram tomando um rumo na qual minutos depois já estavam espalhadas pelo quarto. Chris me jogou na cama ferozmente. Ele queria muito isso, ele necessitava. O que me deixou com mais com tesão.
Sentia sua boca beijando minha barriga e indo em direção a minha amiguinha, que já se encontrava molhadinha. Gemi ao sentir ele chupando minha vagina e logo, massageando meu clitóris. Meu gemidos ficavam mais altos cada vez que ele aumentava a velocidade. Chris me penetrou dois dedos, o que me fez contorcer na cama, tombando meu corpo para trás. Eu não aguentava mais, aquilo era muito tesão.
Melanie: Chris - tentei dizer entre os gemidos - eu - respirei fundo e soltei outro gemido antes de continuar - por favor - finalmente disse e ele parou de penetrar os dois dedos e me encarou malicioso. Logo ele se jogou na cama, ao meu lado e me olhou nos olhos. Seu olhar transmitia desejo. Subi em cima dele e espalhei chupões pelo seu abdômen. Ele arfava enquanto isso. Desci minha boca até seu membro, que parecia que ia explodir de tão duro que estava. Mordi os lábios ao ver o que me esperava. Molhei os lábios com um pouco de saliva antes de começar a tortura. Lambi apenas a cabecinha de seu pênis e depois dei uma mordida leve. Ele gemeu, alto o suficiente pra me deixar mais excitada do que já estava.
Chris: Vai logo com isso - ele disse enquanto tentava respirar. Sua respiração estava pesada.
Lambi toda a extensão do pênis. Massageei o saco escrotal e ele gritava de tesão. Aquilo era, com certeza, música para meus ouvidos. Comecei a chupar apenas da metade pra cima. Aquele troço não caberia todo na minha boca. Não por minha boca ser pequena e sim pelo pênis de Chris ser grande demais. Eu chupava até meu limite. Antes que ele pudesse gozar, parei.
Ele me empurrou para o lado, me fazendo ficar deitada na cama e subiu em cima de mim. Ele iria penetrar, mas eu o parei.
Melanie: Chris, a camisinha - alertei e ele começou a me beijar enquanto suas mãos tateavam a mesinha de cabeceira ao lado da cama. Ali com certeza haveria uma camisinha. Ele abriu uma gaveta e tirou de lá um preservativo de menta. Separou nossos lábios, encarou o preservativo ainda na embalagem e depois me fitou.
Chris: Tá pronta pra ficar com essa delícia refrescante? - ele perguntou enquanto sorria malicioso. Gemi enquanto dava um sorriso safado e o empurrei para trás. Subi em seu colo, que estava sentado na cama e retirei a camisinha da mão dele. Abri a mesma com o dente, rapidamente. Vesti-o e antes de qualquer ação vinda dele, sentei em cima do seu membro, fazendo ambos gemerem.
Fiz movimentos pra cima e pra baixo lentamente.
Chris: Mais rápido - ele suplicou enquanto gemia.
Os movimentos foram se tornando mais velozes, fazendo a quantidade de gemido de ambos de tornarem 3 vezes maior.
Chris: Isso... Cavalga pro papai - ele disse enquanto segurava o meu cabelo com uma mão e com a outra apoiava em minha cintura, dando mais intensidade aos movimentos. Diminui a velocidade e comecei a rebolar com seu membro ainda dentro de mim, o que fazia ele gemer mais ainda.
Chris: Agora é a minha vez - ele disse com a respiração descompassada e logo ele saiu de dentro de mim. Me deitei na cama e Chris veio por cima de mim, já penetrando. Meus gemidos deixava-o cada vez mais excitado. Senti as paredes de minha vagina mastigando o pau dele. Assim, a goza saiu escorrendo pelo seu membro. Ele se jogou na cama, deitando ao meu lado. Nossas respirações estavam descompassadas e ambos suados.
Melanie: Gostou da rapidinha? - perguntei sínica e ele riu.
Chris: Você foi perfeita.

Justin P.O.V

Eram exatamente 11:47 e Melanie ainda não voltou para casa. A sorte é que meus pais estão viajando e só irão voltar por cerca de 1 semana. Eu devia ter impedido ela, eu não devia ter deixado isso acontecer... Espera, ela que se dane. Eu disse que ia mudar, e vou. Levantei do sofá na qual estava sentado desde da hora que acordei, cerca de 30 minutos atrás, e fui para a cozinha. Preparei um cereal e devorei o mesmo. Subi até meu quarto, quer dizer, da Melanie, já que o do meu os móveis chegariam hoje. Tomei um banho e quando sai escutei a porta da sala sendo aberta. Só podia ser a Melanie, ou até mesmo um ladrão. Mas optei por ser a Melanie e acertei. Coloquei uma roupa e quando ia em direção a porta do quarto, para sair do mesmo, ela foi aberta. Melanie estava com as roupa amassada e o cabelo meio bagunçado. De longe dava para sentir o cheiro de álcool com algo na qual não conseguia identificar. Drogas, pensei. Ela entrou no quarto meio cambaleando. Olhou para mim esperando uma reação vinda de mim do estado dela.
Justin: Nossa, você consegue estragar a própria vida em apenas um noite - eu disse enquanto balançava a cabeça negativamente.
Melanie: Calado - ela disse e se jogou na cama. Saí do quarto e desci as escadas. Fiquei a tarde toda vendo televisão. Melanie em nenhum momento saiu do quarto. Nem para almoçar ou fazer o almoço. Eu acabei pedindo uma pizza média para comer. Sim, sou guloso. Cerca de 10 minutos depois que eu acabei de comer a pizza enquanto assistia a TV, os móveis chegaram, junto com o montador. Depois de cerca de 2 horas e meia meu quarto já estava pronto. Decidi colocar as minhas roupas no meu novo armário. Entrei no quarto de Melanie e a mesma estava deitada na cama, dormindo. A roupa já era outra. Ela usava um pijama preto. Deve ter tomado banho, deduzi. Abri o armário devagorosamente pra não acordá-la e peguei o máximo de roupas que conseguia. Sai do quarto na ponta dos pés e quando cheguei no meu novo quarto, joguei as roupas em cima da cama e logo retornei ao quarto de Melanie para buscar o resto.
Eram 20:26 quando decidi sair. As roupas já estavam guardadas. Subi até meu quarto, que a propósito, também tem um banheiro, e, tomei um banho. Coloquei uma calça jeans larga, uma blusa vermelha e meu supra branco.
Sai do meu quarto e antes de eu descer as escadas, passei pelo quarto de Melanie e abri a porta devagar. Ela não estava mais deitada. Fechei a porta e desci as escadas. Melanie estava sentada no sofá vendo TV com uma latinha de coca-cola na mão. Passei por ela sem dizer nada.
Melanie: Onde você vai? - ela perguntou tirando a atenção da TV e me olhando.
Justin: Sair por aí - respondi e ela deu uma risada debochada.
Melanie: Você? - perguntou com uma cara de deboche - sair? - ela começou a rir e eu apenas assistia aquela cena, sério. Como ela consegue ser tão idiota?
Justin: Se você pode passar a noite se divertindo, eu também posso - sorri sínico enquanto sorria.



Ela apenas ficou me olhando com um olhar raivoso.
Ignorei e sai de casa batendo a porta. Já mencionei que eu já tenho carteira de motorista? Pois é. Quando eu ainda estava no orfanato, a mãe Muriel deixou eu fazer auto-escola. Era todos os sábados, pela manhã.
Enfim, peguei um dos carros do meu pai, o sr. Spark, já que ele tinha cerca de 3 carros, e fiquei dirigindo até achar uma casa noturna.
Rodei a cidade e achei uma no centro. Estacionei o carro em um estacionamento que era da própria boate e sai do carro. Fui em direção até a porta da boate e entrei na mesma. A música alta contagiava todos os jovens ali presentes. Garotas, gostosas por sinal, passavam empinando a bunda cobertas por um pedaço de pano na qual elas costumam a chamar de "roupas". Para um iniciante, aquilo era como ganhar na loteria.
Justin: Hoje a noite promete - disse para mim mesmo. 
Eu não seria mais o garoto gentil e sensível que todas gostavam. Agora, eu seria um novo Justin.


CONTINUA.

HÉLOOOOOOOOOOOOOU, tudo bom?
Então, tá aí outro capítulo do Imagine.
Desculpa por não ter postado antes  :/  Estou com uns problemas pessoais.
Mas então, tô de volta.

AI SINHÔ, TÔ COM TANTA IDEIA PRO RUMO DESSE IMAGINE.
AAAAAAAAH, vou avisando que vai até o capitulo 15 ou mais, ainda não sei. MAAAAAAAAS, vai ter 2ª temporada  *-*

Então é isso...
Agora babem com o Codynaldo comendo yogurt  >.<


COMENTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM!

21.8.12

More Than Brothers - capitulo 10








Justin P.O.V

Cheguei em casa e pudê perceber que a luz do quarto de Melanie estava acesa. Coloquei o skate que Ryan tinha me dado do lado da porta e subi as escadas. Passei pelo corredor e fui em direção ao quarto. Assim que abri a porta do quarto me deparei com a Melanie sentada na cama com um teste de gravidez na mão e falando sozinha.

Melanie: Ai sinhô, deu negativo - ela disse e logo começou a comemorar. Mas parou assim que me viu parado na porta - Justin? - perguntou/exclamou assustada.
Justin: Melanie, isso é realmente um teste de gravidez? - perguntei entrando no quarto e ela jogou o teste longe.
Melanie: Do que vocês está falando? - ela disse com um sorriso nervoso no rosto e eu ri. Ela acha mesmo que eu vou ser idiota a esse ponto?
Justin: Melanie, eu tenho cara de palhaço? - perguntei e ela olhou pro chão - eu vi você jogando o teste longe - falei e fui até ela, ficando bem na frente dela - porquê você fez o teste? - perguntei. Eu não tava com medo, apesar de ter dado negativo. Mas também, era muito cedo para realmente saber. Tivemos a relação sexual ontem.
Melanie: Eu fiquei com dúvidas, apenas isso - ela disse fitando o chão e deu ombros. Saiu da minha frente e foi em direção ao lugar na qual tinha jogado o teste. Pegou o mesmo e entrou no banheiro. Depois voltou sem nada nas mãos.
Justin: Você teve anciã de vômito ou algo parecido? - perguntei me sentando na cama dela e ela negou com a cabeça.
Melanie: Eu vi uma menina jovem grávida e lembrei que não usamos preservativo - explicou fitando o chão, nervosa - só isso - falou e logo olhou pra mim e deu um sorriso sem amostrar os dentes. Balancei a cabeça negativamente e fiquei olhando ela sair do quarto.
Eu não estava pronto para ser pai, e graças, eu não iria ser.

Melanie P.O.V

Como eu estava me sentindo? Raiva, e muita.
Desde de que esse garoto entrou nessa família eu tenho sido boazinha. Fico sorrindo, estou sendo educada. ESSA NÃO SOU EU. Eu tenho que voltar ao normal,aliás, eu tento,mas não consigo.
É esse Justin, ele me fez assim. Eu não gosto dele... Eu estou apaixonada por ele, maaaaaaaaas, eu não vou deixar garoto nenhum, ainda mais irmão adotivo, me mudar. Eu preciso me distrair. Drogas, isso, drogas. Já usei uma vez, mas não cheguei a ficar viciada.
Não vou deixar essa merda de amor me invadir.
Antiga Melanie, tá na hora de voltar.
E outra, um dos motivos que meus pais adotarem Justin é para ver se ele conseguia me mudar.
Então eu vou mostrar pra eles que o plano deu errado.
Meus pensamentos foram tão altos que quando eu fui perceber já estava na cozinha. 
Comi algo. Se o Justin quiser comer, ele que cozinhe.
Subi para meu quarto novamente e Justin não estava lá. Escutei o barulho do chuveiro abrindo e tive certeza que ele estava no banho. Peguei uma roupa e minha toalha e fui pro banheiro do corredor, já que o do meu quarto já estava ocupado com um idiota bom de cama. Sim, a antiga Melanie não se importa com o que diz e muito menos fala. Ele é bom de cama, apesar de ter sido o único.
Me despi e entrei no box. Tomei meu banho e quando sai do box me enxuguei e coloquei minha roupa. Peguei o secador na gaveta e sequei meu cabelo. Passei uma maquiagem não muito pesada. Okay, pode ser um pouco pesada, mas não importa. Sai do banheiro e me deparei com o Justin só de bermuda secando o cabelo com uma toalha.
Justin: Onde você vai? - ele perguntou. Por mais que eu estivesse quase infartando por causa daquele corpo escultural, eu tive que ser má. Isso, faz parte do plano de voltar a ser a bad gil de antes.
Melanie: Não te interessa - falei e sai andando, deixando com certeza, Justin, com uma cara de confuso.
Fui para o meu quarto e peguei meu celular, colocando o mesmo no bolso do meu short. Abri meu guarda-roupa e peguei um dinheiro que estava escondido entre minhas tralhas. Sai do quarto, passei pelo corredor e desci as escadas. Quando já estava na metade, percebi que Justin tava na sala, sentado, assistindo TV. Passei por ele, indo em direção a porta.
Justin: O que tem para comer? - ele perguntou tirando a atenção da TV e olhando para mim, que já estava abrindo a porta.
Melanie: Se vira - falei e sai de casa, batendo a porta.
Andei até um ponto de ônibus perto de minha casa. Eu até tenho carteira de motorista, mas, eu não tenho um carro. Peguei um ônibus que ia até o centro. Lá é onde tem as melhores festas. Com drogas, é claro. Fui o caminho todo sentada na janela vendo a paisagem. Assim que o ônibus chegou no centro, soltei do mesmo e fui direto pra boate, na qual o som dava pra se escutar á quilômetros de distância. Entrei e o cheiro de álcool já entrava em minhas narinas. Peguei um copo com alguma bebida alcoólica na qual eu não fazia a mínima ideia de qual era e me dirigi até o centro da pista de dança. Comecei a dançar loucamente até avistar um conhecido de longe. Eu tinha certeza de quem era... Christian. Ele é meio que vendia ou não sei se ainda vende drogas. Já fiquei com ele. Se fosse por ele, teríamos ido para a cama. Mas eu não aceitei, por que ele estava completamente drogado e bêbado e também pelo fato de que eu era virgem. Fiquei o fitando até que ele me viu. Deu um sorriso e veio até mim. Pela cara, ele não estava drogado nem bêbado, ainda.
Chris: E aí, quanto tempo, Melzinha - ele disse sorrindo malicioso enquanto me cumprimentava com um beijo na bochecha.
Melanie: Pois é, quanto tempo - sorri maliciosa também enquanto mordia os lábios, o que fez ele se assustar. Eu nunca tinha passado além de beijos com ele, aliás, com nenhum garoto.
Chris: Pelo jeito você voltou e voltou mais safada - ele disse enquanto envolvia seu braço em minha cintura. Logo foi me puxando para um canto mais calmo da boate.
Melanie: Não sei...  - falei ficando de frente pra ele e envolvendo meus braços em seu pescoço - talvez não - levantei uma sobrancelha e ele fitou meus lábios - talvez sim - mordi os lábios e ele atacou minha boca.
Beijávamos com muita velocidade. Com certeza, um beijo selvagem. Ele colocou suas mãos em minha cintura, colando mais nossos corpos. Paramos por falta de ar e quando separei nossos lábios, abri meus olhos e me deparei com um sorriso malicioso vindo dele.
Chris: Eu acabei de chegar, mas se quiser, podemos ir para um quarto lá em cima - ele disse com uma voz rouca em meu ouvido o que fez eu me arrepiar.
Melanie: Eu também acabei de chegar... - me soltei dele, mas continuei na sua frente, apenas um pouco mais afastada - então vou aproveitar mais a noite - me aproximei dele e levei meus lábios até sua orelha, mordendo a mesma - que tal mais tarde? - perguntei sussurrando em seu ouvido e pudê sentir suas mãos em minhas coxas, apertando-as - vou considerar isso como um "sim" - falei e puxei ele pelo braço, indo em direção a um lugar cheio de sofás onde jovens se drogavam.

[...]

Tinha acabado de fumar cocaína. Em segundos já podia me sentir fora de mim. Era como se eu estivesse em meu próprio mundo. Peguei a garrafa de vodka de Chris, que estava ao meu lado, da mão dele e bebi. Aquela bebida desceu queimando pela minha garganta. Sorri com a sensação e pudê sentir os lábios de Chris nos meus. Ambos estávamos a efeito de drogas e álcool. Chris me pegou no colo e eu envolvi minhas pernas na cintura dele. Logo estávamos subindo as escadas daquela boate, em direção a um quarto. Entramos em um sem se preocupar se alguém estava lá antes de nós. Por sorte, não tinha. Ele me colocou na cama cuidadosamente e começou a chupar meu pescoço. Gemi. Ele desceu os beijos até o colo de meus seios e logo tirou minha jaqueta, jogando-a longe. Voltamos a nos beijar ferozmente e eu já podia sentir seu membro dando sinal de vida. Sorri ao imaginar o tamanho do membro de Chris. Mas meus pensamentos foram interrompidos ao sentir minha blusa sendo tirada. Chris me encarou malicioso e começou a chupar um de meus seios enquanto massageava o outro. Gemi baixinho, deixando-o um pouco mais excitado. Ele parou de chupar meus seios e afastou um pouco a parte de cima do corpo, podendo, assim, fitar meu rosto. Um sorriso apareceu em seu rosto.
Chris: Essa noite você é só minha - ele disse e logo voltou a fazer o que estava fazendo.


Justin P.O.V

Assim que Melanie saiu eu fiquei sem reação. QUE MERDA ACONTECEU COM ELA? Tudo bem que de acordo com meus pais ela sempre foi rebelde, mas, e esses dias que passamos rindo? Sai de meus pensamentos assim que escutei minha barriga rocando. Ficar o dia todo andando de skate cansa. E a Melanie não fez nada para eu comer, legal isso néh? Tá, ela não é minha empregada, mas eu sou novo nessa família. Não sei onde fica praticamente nada na cozinha. Enfim, me levantei do sofá e fui em direção a cozinha. Revirei cada canto daquela cozinha até que consegui preparar um sanduíche de queijo. Fui comendo até a sala. Voltei a me sentar no sofá e fiquei assistindo o jogo. Acabei de comer e levei o prato até a cozinha, lavando o mesmo. Voltei pra sala e me deitei no sofá. Estava assistindo o jogo até que deu o comercial. Tirei a atenção do mundo e me concentrei em meus pensamentos. A Melanie estava sendo rude, estava voltando a ser o que era antes de eu chegar. E se ela quer ser má, eu irei mostrá-la que também sei ignorar os outros e importar comigo mesmo. Eu irei mostrar que não é só porque sempre fui doce, carinho e gentil que não sei ser ruim e mal educado. Eu irei mostrá-la que também sei ser igual a ela.


CONTINUA.

I'M BACK  \o/

E aí, tchudo bem?
Sorry pela demora  :S
Mas então... SE GOSTARAM, COMENTEM.
E se não gostaram, COMENTEM TAMBÉM.
XOXO 
Thaaaaay  *-*



Obs: Futuramente surpresa aparecerão no blog.


E uma fotinha do Cody, só pra deixar a postagem um mais legal  *-*