7.2.13

Illusion - Capítulo 2



Respira Megan, respira.

- Oi, Parker - Justin disse enquanto colocava seu material, que não era muita coisa, na minha mesa. Ele sabe meu sobrenome, senhor.
- Oi - tentei dizer mas minha voz saiu falha. Logo observei ele se sentar do meu lado. A bancada era meio pequena, então, meio que nossas pernas se encostaram debaixo da mesa.
- Sabe que eu sempre percebi você? Assim, sempre nos cantos lendo um livro ou com aquela sua amiga - ele disse e só faltou eu ter um infarto ali na sala. Minha nossa senhora, então quer dizer que ele sabia da minha existência?
- Sério? - perguntei com a voz falha novamente. Dava pra ver de longe meu nervosismo. 
- Claro - ele deu um sorriso gentil. Ah, esse sorriso. Nunca imaginei que o veria tão de perto - mas então, como anda os namorados? 
- Inexistentes - falei em um nível máximo de vergonha e ele riu. Meg, se acalma, você é muito nova pra morrer.
- Eu achei que uma menina como você tivesse algum peguete - ele riu enquanto dizia e corei. Merda. Eu não ia dizer pra ele que nunca tinha beijado na vida.
- Que nada, os meninos de hoje em dia só ligam pra peito e bunda - joguei na cara e pudê perceber que ele ficou desconfortado.
- Nem todos - ele tentou se defender e logo deu um sorriso ingênuo. Pena que ele é um desses meninos que só liga pra aparência, porém, ele não confessa - mas você não deveria se preocupar com isso... Vai que debaixo desses casacos enormes de moletom que você coloca há uma garota com uns peitinhos durinhos e fartos - ele falou na maior normalidade possível. OQUE???? Okay, anota ai: ele não tem a mínima vergonha de falar a respeito do corpo das garotas na frente delas. Mas eu não ligo. Eu sou dele. Então, ele pode fazer o que quiser comigo.
- Nossa, obrigado pela belas palavras - falei fingindo ter sido ofendida.
- Desculpa, mas não era a minha intenção falar isso - ele se desculpou - eu pensei que você fosse atirada e vadia como as outras que eu converso - ele falou verdadeiramente e por um milagre eu não cai da cadeira. ESCUTARAM? Eu, Megan Parker, não sou como as outras. Aiminhanossasinhora, cadê o ar nessas horas?
- Hum... - miei timidamente. A verdade é que eu queria puxar papo com ele e saber mais e mais sobre ele. Mas eu não conseguia.
- Senhor Bieber e senhorita Parker vocês estão atrapalhando a minha aula - ouvi o professor reclamar. Logo olhei para Jess, que me olhava de volta. Ela simplesmente bufou e fez um sinal negativo com a cabeça. É, eu tenho que me desculpar com ela.
- Desculpa, professor - desculpei-me e Justin ficou calado. Era de se esperar, já que ele e o professor Simpson não se entendem.
- Está desculpada, da próxima eu vou ter que levar vocês dois para a diretora - ele falou antes de voltar a escrever no quadro. Por mais que o professor Simpson fosse bonito, ele ás vezes conseguia ser muito chato. E hoje era um dia.

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- Ei, Jess - cutuquei Jessie que estava sentada em um banquinho no lado de fora da escola, já que nós todo dia íamos embora com a mãe dela - por favor, olha pra mim - supliquei e ela continuou olhando a estrada vazia - vai Jess, por favor - implorei com uma voz manhosa. Ela continuou na mesma posição, sem ao menos mover um músculo. 

Sentei do lado dela no banco de madeira e me ajeitei, ficando de lado.

- Você sabe que nossa amizade é tudo pra mim, néh? - eu falei calmamente e pudê escutar ela sussurrando "e a única" mas eu ignorei. A verdade é que eu não tinha outra amiga e ela o mesmo - o que eu tenho que fazer pra você falar comigo? - perguntei.
- Se você realmente se importasse com a minha amizade deixaria de lado esse garoto que mal olha pra você - ela falou rapidamente em um tom alto o que me fez dar um pulo de susto.
- A questão é que você é tudo pra mim - falei - só que o que eu sinto por ele é imenso, algo que eu não consigo explicar - falei em um tom choroso e ela finalmente olhou pra mim.
- Eu entendo que você realmente ame ele, mas... - ela deixou as palavras se perderem - enfim, eu só quero que você se concentre mais na sua vida, não na dele - ela falou em um tom de "mãe protetora".
- Se eu prometer que vou tentar parar de pensar nele por no máximo 1 minuto você volta a falar comigo? - perguntei e ela virou a cabeça pra frente. Olhei na direção que ela olhava e pude ver o carro da mãe dela se aproximando.
- Se eu dissesse não, do mesmo jeito eu teria que te aguentar diariamente - ela disse em um tom engraçado e pude ver um sorriso brotar nos lábios dela.
- Te amo mais, boneca - a abracei e escutei a mãe dela buzinar.
- Eu te amo muito mais, pequena - ela retribuiu o abraço e nós no levantamos do banco e fomos em direção ao carro da tia Lucy.

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- Mãe, cheguei - gritei ao fechar a porta de casa. Minha mãe é uma mulher de 57 anos, porém, tem a saúde de uma pessoa de 110 na beira da morte. Ela não consegue andar e fala palavras dissílabas, no máximo. Pelo o que ela me contou quando eu era mais nova é que a família dela julgava ela por ela ter quase 40 anos e nunca ter engravidado e muito menos ter se casado. Então, ela pediu pra que um cara qualquer tentasse engravidar ela, até que ela conseguiu, porém, foi mais julgada ainda por ser mãe solteira ter dado pra qualquer um. Essa é a razão pela qual eu não conheço meu pai e nunca tive nenhum contato com a família. Como minha mãe sempre disse, a família dela via-nos como "lixos" e "mal-amadas". Mas eu nunca liguei pra isso. Eu amo a minha mãe mais que tudo e não há integrante da família que irá mudar isso - mãe, a senhora quer tomar banho agora ou quer almoçar primeiro? - perguntei ao me aproximar dela que estava deitada no quarto com a televisão ligada.
- Almoço - ela respondeu no tom de sempre. Baixo e calmo, como se fosse um sussurro.
- Ok, vou lá preparar a comida - falei com um sorriso no rosto e dei um beijo na testa dele, indo em direção a cozinha.

Preparei uma sopa de macarrão, assim ela não teria dificuldades de comer. Coloquei um pouco da sopa em um prato e coloquei o prato em cima de uma bandeja, levando a mesma até o quarto dela. Coloquei a bandeja em cima da mesinha de cabeceira que tinha e peguei o prato me sentando na cama, na intenção de levar a colher até a boca dela.
- Não - pude ouvir ela murmurar baixo - sozinha - sussurrou e olhei pra ela apreensiva.
- Sozinha, mãe? - reclamei - nós já conversamos sobre isso... A senhora não vai cons... - antes que eu pudesse terminar de falar ela pegou o prato das minhas mãos e apoiou na barriga dela, logo, ela encheu a colher de sopa e levou até a boca lentamente.
- Eu consigo - ela miou baixinho antes de enfiar a segunda colherada na boca. Eu apenas sorri. Era bom ver que ela tinha força de vontade.
- Ok, mas mesmo assim eu vou ficar aqui e observar você - falei e ela me olhou com aqueles olhos castanhos claros.
- E você? - ela sussurrou e eu suspirei.
- Não se preocupe, eu não estou com fome... Eu vim comendo biscoito com a Jessie no caminho de casa - falei sorrindo sem amostrar os dentes.

Era tão engraçado a situação que eu me encontrava no momento. Não em relação ao Justin ou a Jessie, mas sim, em relação a minha mãe. Só de pensar que a menos de 2 anos atrás ela ria, brincava e até mesmo corria. Era como se ela tivesse mais energia que eu. Mas, hoje ela se encontra em uma cama no leito de morte. Tudo por causa de um derrame. E sim, eu já tentei convencê-la de fazer um tratamento ou até mesmo fazer uma consulta, mas sempre era a mesma coisa. Ela nunca quer ir e nem se quer deixa eu chamar um médico pra vir até a nossa casa. A verdade é que ela nunca gostava de gastar dinheiro, apesar de ganhar um boa grana da aposentadoria. Eu completamente não sei onde ela enfia tanto dinheiro assim. Mas duas coisas são certas: o seu mundo pode desabar quando você menos espera e as coisas podem mudar radicalmente em um estalar de dedos.

OEOEOEOE. Então está ai o segundo capítulo... Desculpas a demora para postar... Carnaval está ai e vamos dizer que eu gosto de aproveitar  ><  Eu ia postar ontem, só que foi niver da minha irmã e eu tive que arrumar a casa então quase não tive tempo pra escrever aqui  :P Mas enfim, é isso. E vou avisar novamente: ESSA HISTÓRIA NÃO É AQUELAS QUE VOCÊS ESTÃO ACOSTUMADAS A LER... VAI TER UMA HORA QUE AS COISAS VÃO MUDAR COMPLETAMENTE SEM AO MENOS VOCÊS ESTIVEREM PREPARADAS. É isso hehehe. Curtam essa page, caso vocês queiram se comunicar comigo. 

Respondendo os comentários: 

Rafaela  ;*: OASKOASKOASK na parte do "merda, ele disse" eu tava falando em relação ao professor que mandou a personagem sentar com o Justin, e não do Justin falando "merda" OASOASASK mas mesmo assim, você é uma fofa  <3 E obrigado por aceitar a afiliação... Também te coloquei nos meus afiliados  \o/

Imagine Belieber: Giih, sua diva, eu sou completamente apaixonada por sua #IB.. a Little Angel é uma fanfic que eu faço questão de ler e todo dia eu entro no teu blog pra ver se tu postou  \o/ Mas enfim, eu tive um ataque quando vi que você comentou a minha fic OSAOSAK aah, e por falar nisso, quer se afiliar ao blog?? 

.´ Toгı: Obrigado por me aceitar na elite, amore  ><  Coloquei seu blog nos meus afiliados  \o/

@smilerkidrauhl: perfeita é você  <3

@GuriaDoKidrauhl: já aceitei a afiliação e já coloquei seu blog lá nos afiliados  ><

29.1.13

Illusion - Capítulo 1



E lá estava eu, naquela aula entediante. Professor Hudson explicava a matéria de História para a turma, ou melhor, só para mim, já que eu sou a queridinha dos professores e também a única que presta atenção na aula. E acredite, eu finjo prestar, quando na verdade já estou cansada de ouvir a mesma voz enjoante de sempre. Naquela sala TODOS me odiavam, sem exceção. Me chamavam de nerd por gostar de estudar. Pois é, estamos no Canadá em pleno século 21. Naquela escola apenas duas pessoas me importavam. E essas mesmas duas pessoas são as mais importantes da minha vida. Quem são? Bem, a primeira pessoa é minha melhor amiga, e acredite, não há no planeta pessoa mais confiável do que ela. Nos conhecemos na escola, quando entramos na 3ª série juntas e agora estamos no 2º ano do ensino médio e continuamos inseparáveis. Jessie, ou Jess, como eu chamo ela, é uma morena dos cabelos totalmente negros e a pele branquinha, o que me faz a chamar de Branca de Neve. Infelizmente, só temos aula de Biologia e Inglês juntas. E antes que eu faça um relatório enorme de como a Jess é maluca, eu pretendo dizer quem é a segunda pessoa mais importante da minha vida naquela escola. Essa pessoa tem nome e sobrenome, sendo que eu espero ter o sobrenome dele futuramente. Justin Bieber, mais conhecido como Biebs. Um garoto impecável da boca perfeita e dos olhos cor de mel. Seu cabelo loiro, puxado pro castanho, tem cor de ouro. Aliás, cada pedaço daquele garoto é valioso. Seu físico totalmente atraente, seu sorriso de me deixar sem ar, seu olhar vibrante e penetrante, enfim, só de lembrar o nome dele todos os cabelinhos do meu corpo ficam arrepiados. Mas, infelizmente, ele é o capitão do time de basquete, isto é, o chefão da escola que manda em tudo e tem qualquer garotinha aos seus pés. Incluindo eu. Suas roupas são de marca e seu carro é uma BMW branca. Se ele é rico? Querida, um móvel da casa dele deve custar a minha casa. Sem exagero nenhum. Mas enfim, sou apaixonada por ele desde a 4ª série, quando ele entrou na escola. Porém, foi ficando metido e "popularzinho", o que fez ele mudar radicalmente. E sim, ele era diferente. Mas vamos esquecer ele pelo menos um minuto, o que pra mim, é quase impossível, e vamos falar sobre mim. Prazer, sou Megan Parker, uma nerd do Canadá que tem apenas uma amiga e é totalmente fascinada por um garoto que não deve saber nem da sua existência. Moro com minha mãe, um mulher de 57 anos doente, e não tenho irmãos. Sim, sou filha única. Meu pai eu nunca conheci, mas pelo que minha mãe fala sobre ele, eu nem quero conhecer. Meus avós maternos estão mortos e meus avôs paternos eu também não conheço. Então já entendeu que sem a minha mãe eu estou sozinha no mundo. E não, não conheço nenhum tio e nenhum primo. Minha mãe não gosta de ter contato com a família, e assim, foi pra um lugar bem longe deles e me levou com ela. Essa é minha vida, esse é meu clube.

Meus pensamentos foram interrompidos com o sinal do intervalo tocando. E assim, eu virei minha cabeça para trás para observar Justin, que estava prestes a fazer o que sempre fazia. Guardar os cadernos dentro da mochila, fechar a mesma, esfregar as mãos uma nas outras e passar elas pelo cabelo, deixando seu topete mais perfeitinho do que já é. Dito e feito. Acompanhei cada movimento que ele fazia, como sempre fiz. Eu sei cada mania que ele tem. De ficar estalando os dedos uns nos outros quando está nervoso, ou, até mesmo de morder os lábios quando se concentra em algo. Não há uma mania dele que eu não saiba. Aliás, tem sim. As caras que ele faz enquanto está transando com uma garota. Pois é, nunca tive essa oportunidade. Mas espero ter e completar o meu álbum que eu fiz só dele.

Senti o perfume de sempre passar ao meu lado e ir em direção a porta. Aquele perfume era um vício pra mim, totalmente. Segui com o olhar cada passo dele até sair da sala. Só acordei para a vida quando ele tinha finalmente saído fora de foco, assim, eu pude concentrar-me na minha vida. Suspirei fundo e guardei meu material na mochila. Me levantei e reparei que era a única pessoa naquela sala. Peguei meu iPod que estava no bolso e conectei com meu fone de ouvido. Logo, coloquei na música The Scientist do Coldplay já sentindo meu lado emocional falar mais alto e sai daquela sala vazia, rumo ao refeitório.

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- Eu estava pensando de a gente comprar umas besteiras e assistir um filme lá em casa - Jess falava, porém, meu foco no momento era o amor da minha vida sentado na mesa do lado - Meg, tá me escutando? - ela me sacudiu, fazendo-me olhá-la com meu pior olhar de raiva.
- Eu já te disse que quando eu estiver apreciando ele é pra me deixar quieta - murmurei irritada voltando a minha atenção pra ele que ria enquanto conversava com seus amigos e tinha que aguentar as vadiazinhas que o rodeava.
- Você tem duas opções: ou ir logo falar com ele ou esquecer da existência dele - Jess reclamou como se fosse a coisa mais fácil do mundo.
- Bebeu? Eu falar com ele? Jess, olhe para mim e depois olhe para ele... E já o fato de esquecer... Bom, isso é impossível - disse como se fosse óbvio e ela revirou os olhos.
- Essa sua paixão platônica por ele faz muito mal pra você, só você não percebe - ela resmungou num tom autoritário. 
- Eu amar um garoto mais do que amar a minha própria vida te incomoda tanto assim? - perguntei e ela olhou pra mim incrédula. Logo pude ouvir o sino tocar, alertando pros alunos voltarem pra sala.
- Sim, incomoda, e muito - ela falou, logo se levantou bruscamente e saiu andando em direção a sua devida sala.

"Se ela soubesse o tamanho do amor que eu sinto por ele, nunca, nunca mesmo, iria reclamar do meu jeito de agir perante a ele" pensei comigo mesma e me preparei pra voltar pra sala. 

Agora seria Biologia, então eu faria dupla com a Jessie. Levantei daquela cadeira no meio do refeitório e segui o caminho pra minha sala. Ao chegar, arrumei minha mochila pra ir pra sala de Biologia e percebi que só tinha duas pessoas além de mim na sala, e uma delas, era ele. Instantaneamente fiquei o olhando, hipnotizada. O que eu sentia por aquele ser humano era surreal. Eu poderia me matar só pra fazê-lo feliz. Novamente lá estava eu, vidrada, naquele garoto que tira meu fôlego só com um sorriso. E pela força do meu olhar, ele, infelizmente, percebeu que eu o fitava. Logo, ficou me olhando ali, feito uma boba apaixonada, e deu um sorriso antes de colocar a mochila nas costas e sair daquela sala. Se eu morri?

Anos e anos esperando um olhar dele e ele finalmente me deu um sorriso. Apenas um sorriso, mas pra mim, uma garantia de uma vida feliz pelos próximos meses, ou anos.

Pude sentir uma lágrima escorrer pelo meu rosto por causa da emoção e a enxuguei com um sorriso radiante no rosto. Logo, coloquei minha mochila nas costas e sai daquela sala mais feliz do que o normal.

Entrei na sala de Biologia e percebi que o par de Justin tinha faltado. Ótimo, não suporto o par dele. Aquela vadiazinha da Thifanny fica praticamente a aula toda ajeitando o cabelo e tentando chamar atenção dele, mas, ele não dá bola pra ela. Graças.
Me sentei ao lado de Jess que não estava com uma cara boa. Revirei os olhos e vi o professor de Biologia entrando. O sr. Simpson era com certeza o professor mais bonito e sensual daquela escola, o que fazia as vadias da sala prestarem atenção na aula. Ou nele. Mas, isso não importa.

- Abram o livro na página 51, por favor - o professor pediu com aquela voz grossa e todos abriram, exceto uma.
- Professor, eu esqueci meu livro em casa - Justin falou e Jessie sussurrou no meu ouvido um "se você olhar pra ele agora eu saio de perto de você" - e meu par faltou.

Eu, obviamente, não aguentei e olhei para trás, visualizando a beleza daquele ser de outro mundo. Por que tão lindo?

- Eu avisei - Jess falou num tom de raiva e se levantou da cadeira bruscamente fazendo a sala toda olhar pra ela.
- Onde vai, senhorita Thompson? - o professor perguntou a Jessie.
- Só volte a falar comigo quando você conseguir esquecer esse garoto por pelo menos 1 segundo - ela sussurrou para mim e se virou, indo sentar junto com Becky, uma rockeira que se veste toda de preto e não fala com ninguém. Todos naquela sala ficaram surpresos, até mesmo eu. Ninguém nunca, nunca mesmo, sentou ou até mesmo ficou tão perto assim da Becky.
- Por que trocou de par, senhorita Thompson? - o professor Simpson perguntou.
- Uns problemas pessoais na qual eu não vou dizer - Jess disse curta e grossa. É, ela realmente estava brava.
- Bom, já que a senhorita Parker ficou sem parceiro e a parceira do senhor Bieber faltou - o professor disse e meu coração começou a acelerar. Não, ele não ia dizer aquilo - senhor Bieber, poderia se sentar com a senhorita Parker por favor?

Merda, ele disse.


EU ESTOU DE VOLTA, SEUS BRIOCHES DE MILHO  \o/  Mas enfim, MIL DESCULPAS pela demora... Por que? Bem, só nesse mês eu fiquei de castigo 2 vezes, sem contar que a torre do meu PC não tava funcionando e tals. Mas enfim, tô aqui  ><  AVISO MUITO IMPORTANTE: pra vocês, leitoras, que estão achando que essa história vai ser como as outras que vocês já leram, estão MUITO enganadas... Eu tenho em mente uma história na qual eu nunca li e espero que vocês nunca tenham lido. Mas enfim, não vai ter nada de amor a primeira vista muito menos final feliz, vou logo avisando já... Mas é isso.

Divulgando:



10.1.13

Illusion - Sinopse



Você sabe como é se sentir invisível?
Você sabe como é ter nojo de si mesma?
Você sabe nas más consequências que uma aposta simples pode trazer em sua vida?
Você sabe como é encarar um pesadelo e infelizmente saber que isso é a vida real?

Não existem contos de fadas.
Não existem finais felizes.
Não existe alma gêmea.

Mas existe amor não-correspondido, que vem junto com a dor.
E talvez essa dor te faça amadurecer.

É como o ditado diz: nem tudo que a gente quer, a gente pode.

Mas alguma vez disseram: tudo que a gente não quer, a gente tem?

Classificação: +14

Categorias: Justin Bieber, Chaz Somers, Ryan Butler.

Gênero: Drama.

Contêm: Sexo, violência e realidade.

Quem diria que a doce menina de uma simples escola do Canadá seria apenas uma das apostas do capitão e "chefe" da escola?
Será que foi destino?

Autora on*

É, a mais votada foi uma nova fic  \o/  Mas enfim, tá aí a sinopse... Não sei quando começo a postar...

ALGUÉM AI SABE FAZER CAPA PRA PÔR NO BLOG? A que eu fiz tá um cu e eu tô sem criatividade...


Autora off*

7.1.13

I'm back \o/



Hey, sou eu, a escritora :)  Mas enfim, voltei. Muito tempo, não? Mas é como dizem. Novo ano, vida nova. Pena que a minha talvez irá continuar a mesma coisa. Mas vocês talvez não querem saber sobre isso. Eu estou aqui pra perguntar uma coisa pra vocês?
Continuar com More Than Brothers (na qual eu estou achando super sem graça) ou criar uma nova fic, sendo que eu já tenho ela em mente.  A decisão é de vocês, e não, eu não vou poder escrever as duas. Eu tenho um outro Imagine Simpsonizer na qual eu não posto a um BOOOOM tempo e também eu tenho uma página no Face na qual eu preciso cuidar  ://  

E eu não esqueci de vocês...Pra vocês terem noção, eu todo dia entro no blog, porém, quando eu vou escrever eu não consigo imaginar NADA. Eu não tenho mais aquela vontade e felicidade de escrever More Than Brothers... Nos primeiros capítulos eu achava tão legal, tão emocionante. Mas eu li e vi o quanto eu escrevo mal e o quanto a história não tem rumo e nem nexo.

Mas é isso, vocês podem votar na enquete ao lado e decidirem se eu continuo com More Than Brothers ou começo uma nova com uma história TOTALMENTE diferente e realista.  ;D 

É isso, mil desculpas por não ter dado sinal de vida esse tempo todo...

E uma leitora disse cocaína se cheira, e não se fuma. LOL
Mas eu nunca cheirei/fumei e não entendo NADA disso e nem pretendo provar esse bagulho. Então, mil desculpas pelo erro, flor.  <3

Tchau.  <3  Não se esqueçam de votar na enquete.

17.10.12

Desativado.

O BLOG FOI TEMPORARIAMENTE DESATIVADO POR PROBLEMAS PESSOAIS DA AUTORA. 

Obrigado pela colaboração.

14.9.12

More Than Brothers - capitulo 14



    Justin P.O.V    

Infelicidade. Era essa a palavra que descrevia a minha vida. Quando eu finalmente consigo sair daquele orfanato, eu perco meus pais adotivos.
Nada conseguia explicar os meus sentimentos.
Imagine se você é um órfão que depois de anos e anos é adotado, e quando esse milagre acontece você se apaixona pela sua irmã drogada e seus pais morrem?
Eu não sabia o que ia ser daqui pra frente.
Melanie no momento estava tendo um sono profundo em sua cama. Ela acabou adormecendo e eu levei-a pra lá. Mas na tentativa de procurar uma roupa mais confortável para ela vestir, acabei achando um pacote na gaveta íntima dela. Abri o pacote e cheirei, e logo deduzi: cocaína.
Raiva, muita raiva.
Já não basta ela se drogar em festas, também quer trazer as drogas pra casa?
Minha reação foi pegar o pacote e esconder.
Acabei escondendo a droga em meu quarto, dentro do bolso de uma calça que ficava no fundo da gaveta. Antes de fechar a gaveta fitei uma foto minha. Ela tinha sido tirada no meu primeiro dia no orfanato, assim que mãe Muriel me encontrou na porta com apenas uns panos me protegendo.
Fechei a gaveta e escutei um barulho vindo da porta, que estava entreaberta.
Sai andando rápido até o corredor e olhei para os dois lados. Não havia ninguém. Abri a porta do quarto de Melanie e ela estava deitada, sendo que estava descoberta. Sim, eu fui bonzinho e na hora de colocá-la na cama, cobri-a.
Ignorei os fatos e fechei a porta.
Desci as escadas até a sala e resolvi fazer o almoço. Lembrei das tardes que eu e mãe Muriel fazíamos panquecas de queijo para as crianças. Uma saudade batia no peito, sabe? A saudade foi tanta que eu estava decidido a ir visitar o orfanato, aliás, lá também era a minha casa. Quando terminei de fazer as panquecas, comi algumas e deixei as outras para Melanie. Fui para meu quarto e me arrumei. Passei no quarto de Melanie e ela continuava a dormir. 
Eu sabia que quando ela acordasse, precisaria de alguém, um ombro amigo. Mas vamos lembrar: nós estamos que nem cão e gato nos últimos dias, e eu não vou ser amigo dela, nunca, jamais.
Sai de casa e meu carro estava parado na casa ao lado. Ok, devo ter deixado lá quando cheguei bêbado na noite passada.
Fui até ele e só estava com uma batidinha, não muito grave, na frente. Lembrei de Pattie, a mulher que tinha os olhos misteriosos e confortantes ao mesmo tempo.
A chave ainda estava na ignição. Sorte foi nenhum pivete ter roubado.
Entrei no carro, liguei-o e dei a partida.
O caminho para o orfanato não era tão perto, mas também não era muito longe.
Cerca de 35 minutos depois, eu cheguei lá.
O orfanato por fora continuava a mesma coisa. A pintura era um marrom avermelhado e velho, já que as paredes não são pintadas a muito tempo. Desde que me lembro, sempre teve aquela cor. Bati na porta e alguns segundos depois alguém abriu. Levantei a cabeça para ver quem era, e me deparei com mãe Muriel, que na mesma hora abriu os braços e sorriu. Abracei-a com toda a força que tive, e ela, apenas retribuiu.
- O que faz aqui, querido? - ela perguntou enquanto separávamos do abraço.
- A saudade bateu na porta do meu coração... - disse com um sorriso sapeca e ela riu.
- Senhor, como você cresceu - mãe Muriel me disse dando outro abraço apertado em minha pessoa.
- Mas não faz nem 1 mês que não você não me vê - falei enquanto era esmagado por ela.
- Mesmo assim meu filho, coração de mãe é o mais forte e sensível que tem - ela disse e eu apenas sorri. Depois dela ter me soltado, entrei no orfanato e ela fechou a porta, logo, conduzindo-me até o sofá da sala. Ah, esse sofá... Já tirei tantos cochilos nele.
Mãe Muriel sentou-se ao meu lado. Olhei-a nos olhos, e, quando nossos olhos se encontraram, aos poucos, o sorriso contido no rosto dela foi desaparecendo.
- O que aconteceu? - perguntou e eu abaixei a cabeça.
- O senhor e a senhora Sparks... - exitei em falar e dei um suspiro profundo - eles morreram - desabei em lágrimas.
- Ai senhor - ela disse colocando a mão na testa e logo sua feição estava triste - vai ficar tudo bem, eu prometo - ela me abraçou e as lágrimas tomaram conta de meu rosto.
- Eu estou sozinho, mãe - falei em meio às lágrimas e ela se afastou um pouco de mim, para poder visualizar meu rosto.
- Não, você não está sozinho - ela disse e uma de suas mãos foram parar em meu ombro - você tem a mim.

[...]

Eu já tinha contado tudo o que aconteceu nesse tempo que ficamos sem se ver. Até mesmo de minha paixão por Melanie, na qual se tornava maior cada vez que eu tinha raiva dela. Mãe Muriel foi e sempre será a melhor pessoa do mundo. Me lembro de antigamente, quando ela me consolava toda vez que eu ficava triste.
O orfanato estava vazio. As crianças estavam em um acampamento que a prefeitura da cidade organizou. Eu estava com saudades de Lizzy, então teria que voltar outro dia para vê-la.
Agora estávamos conversando sobre Melanie. De acordo com a mãe Muriel, eu tenho que esperar um certo tempo passar, para poder saber o que eu realmente sentia por Melanie. E se esse sentimento fosse intenso, eu deveria seguir em frente, e tentar conquistá-la. Mas em relação a mudar, ser um novo Justin... Ela apenas disse para eu fazer o que achar melhor.
Conversar com ela me fazia bem. Ela me passava uma segurança tremenda, como se eu não tivesse medo de nada. Ela fazia eu me sentir único.

     Melanie P.O.V    


Justin já tinha saído não sei para onde, sendo que eu vi ele escondendo minha cocaína no armário dele. Sim, eu espionei, e quase fui pega na tentativa de correr de volta para meu quarto. Mas acabei cochilando e acordei com a porta de casa sendo batida.
Estou sozinha, viva.
Você deve estar pensando: nosso você está tão bem para quem acabou de perder os pais.
Mas vou-lhe dizer algo.
Chorar é o pior modo que se tem de superar algo.
No que vai adiantar ficar se lamentando, se as lágrimas não irão trazer as pessoas que eu mais amei na vida de volta?
E o pior é que eu só sabia de uma coisa: o avião tinha caído.
Mas... Eles não voltariam só na próxima semana?
Fiquei perdida em meus pensamentos e decidi buscar na internet detalhes sobre os acidentes que acontecerão pelo mundo nos últimos dias.
Liguei meu laptop e procurei, procurei, procurei e não achei NADA. Eu ia desligar meu laptop, mas lembrei que tinha que ver meu e-mail. Entrei na minha conta e vi que tinha 2 e-mails na caixa de entrada. Um deles era de Ryan, me chamando de gatinha e perguntando se eu queria sair com ele. Ignorei e exclui, sem ao menos responder.
Já o outro era de minha mãe.
A data era hoje de madrugada. 
Abri o e-mail, e como o coração apertado, comecei a ler.

Oi, filha. Espero que esteja tudo bem aí. Pois é, infelizmente não conseguimos fechar o contrato. Esse povo daqui é muito doido e complicado.
Queria estar em casa, cuidando de você e do Justin.
Em falar nele, tudo bem com ele?
Mas enfim, o pai de vocês mandou um beijo e tá aqui dizendo que está morrendo de saudades.
Agora focando no assunto.
Eu e seu pai daqui a pouco vamos ir para o aeroporto. Sim, voltaremos para casa, mas com uma notícia muito alegre.
Eu poderia te contar pessoalmente, mas não aguento de ansiedade para que você saiba logo.
Eu estou grávida.
Isso mesmo que você leu. Você terá um irmãozinho.
Quando chegamos aqui eu comecei a sentir uns enjoos e tonturas. Seu pai achou que fosse por causa do fuso horário, mas no dia seguinte, continuei com os mesmos sintomas. Fomos em um hospital internacional que tem aqui na região e fui consultada. E no final de tudo, descobri que seria novamente mamãe. Seu pai chorou feito um bebê, você tinha que ver.
Não vejo a hora de chegar ai e nós escolhermos juntas o nome da criança. Eu sempre sonhei em ter um monte de filhos, sabe? Esse foi um dos motivos que adotamos Justin. Mas enfim, agora tenho que ir antes que eu perca o voo.

Amo vocês.  XOXO


 - Mamãe e papai.

Ok, agora eu tenho motivos para chorar. Desde da primeira palavra minha vontade era de gritar. E piorou quando eu vi a palavra "grávida". As lágrimas automaticamente saíram. Eu chegava a soluçar, só de pensar que eu não tinha perdido 2, mas, 3 pessoas. As pessoas mais importantes da minha vida, como eu já disse e não vou parar de repetir.
Meu sentimento era de culpa. Por eu ter feito todas as merdas que fiz. Por não ter sido uma boa filha. Enfim, por não ter dado orgulho na qual eu sempre desejei dar.
Me lembro de quando minha mãe uma vez me disse que chorava de emoção só de pensar no futuro. Eu formada em uma faculdade, com um ótimo emprego, um marido engraçado e uma casa perto da praia cheio de crianças correndo de um lado para o outro.
Meu coração doía ao saber que muitos sonhos não foram realizados e nunca poderão ser, em relação as pessoas que também estavam no acidente.
Eu queria achar uma porta, na qual quando eu abrisse voltasse pro mundo real e me desse conta que estava em outra dimensão. 
Eu queria de qualquer jeito parar aquela angustia no peito.
Parar aqueles sentimentos misturados.
E só encontrei um jeito: drogas.
Lembrei de minha cocaína que Justin havia escondido.
Levantei da cama e caminhei até o quarto dele. Abri a porta e rapidamente fui para o guarda-roupa. Abri o mesmo e fui até a gaveta de bermudas. Apressadamente procurei a calça que ele tinha escondido e peguei o saquinho do bolso dele. Mas ao tirar a cocaína de dentro da gaveta dele percebi uma foto.
Ela estava meio velha, devo ser por causa do tempo.
Na foto havia um bebê com uma roupinha roxa. O bebê não aparentava nem ter se quer uma semana de vida, pelo tamanho que ele tinha. 
Sentei no chão do quarto do Justin sem medo algum dele chegar e me pegar ali.
Examinei cada canto da foto. Detalhe por detalhe.

[...]

Eu já tinha fumado a droga, e ela já tinha feito efeito. Eu não estava fora de mim pelo fato de ter fumado em uma quantidade mínima.
Recebi uma mensagem de Jeremy dizendo para eu ir na casa dele e ficar com Pattie enquanto ele ia no supermercado comprar algumas coisinhas.
Mandei um mensagem de volta, dizendo que chegaria em alguns minutos e logo fui no banheiro tomar um banho e escovar os dentes.
Eu não queria que ela sentisse o cheiro de cocaína vinda de mim.
Após sair do banho coloquei um short jeans, uma blusa de regata na cor azul bebê e meu all star de cano médio.
Peguei meu celular e parti pra casa do Jeremy.
Ao chegar lá, toquei a campainha e Jeremy abriu, dando-me um beijo na testa e logo passando por mim, indo em direção ao seu carro estacionado na calçada.
Entrei na casa dele e avistei Pattie sentada no sofá enquanto bebia uma xícara de café.
- Oi, Pattie - eu disse enquanto fechava a porta da casa de Jeremy.
- Oi, querida - ela disse e logo percebeu que meus olhos estavam inchados - o que aconteceu? - perguntou e eu me sentei ao seu lado no sofá.
- Meus pais - abaixei a cabeça e respirei fundo, senti a mão dela acariciar minha cabeça, indo do topo até as pontas de meu cabelo - eles morreram - disse e escutei um suspiro de surpresa vindo dela.
- Eu sinto muito - ela me abraçou de lado e eu retribui - mas, o que aconteceu  ? Como eles morreram? - ela perguntou e colocou uma mecha de meu cabelo atrás da orelha.
- Hoje de manhã, eu e Justin estávamos discutindo até que o telefone tocou - parei de falar e deixei acidentalmente uma lágrima cair - eu atendi e... era do IML - falei e encarei o rosto dela. Seus olhos estavam marejados - então o cara perguntou se eu era a filha deles e... - hesitei e comecei a chorar - ele me disse que o avião que eles estavam tinha caído - continuei a chorar e ela me abraçou forte, pelos ombros.
- Ai senhor - ela disse e logo beijou o topo da minha cabeça - você já foi reconhecer o corpo? - perguntou e eu neguei com a cabeça. Ela me soltou de seus braços e pegou em minha mão - você quer que eu vá com você? - eu apenas abaixei a cabeça e retornei a olhá-la.
- Sim - falei em um sussurro - eu preciso de alguém ao meu lado, sabe? - ela apenas deu um sorriso consolador e suspirou.
- Então vamos, mas antes vou mandar uma mensagem para Jeremy - ela disse e logo se levantou do sofá e foi em direção a bancada da cozinha, onde a bolsa dele estava. Ela retirou de lá seu celular e começou a digitar, minutos depois ela guardou o mesmo no bolso e pegou a bolsa colocando-a no ombro.
- Vamos? - perguntou e eu assenti com um sorriso triste.
Nós fomos até o IML que fica no centro da cidade e tivemos que esperar alguns minutos até eles autorizarem nossa entrada. Entramos em uma sala fria, totalmente fria. Um calafrio passava pelo meu corpo de um modo inexplicável.
Eu informei que era filha do supostos falecidos e eles lolo trouxeram duas cama, em cada continha um corpo.
- Quer que eu levante ou você mesmo levanta? - Pattie perguntou em relação ao lençol que cobria os corpos.
- Eu levanto - falei baixo e ela assentiu e me soltou de seus braços.
Dei dos passos até chegar nas macas.
Respirei fundo e segurei os lençóis, um em cada mão, pela pontinha.
Fechei os olhos e levantei devagarinho os lençóis.
Escutei Pattie falar um "ai senhor" e então criei coragem para abrir meus olhos.
Abri-os devagar e abaixei minha cabeça.
E lá, pálidos e totalmente sem vida, estava meus pais, mortos.

[...]

- Toma essa água - ela disse enquanto sentava do meu lado, me entregando um copo descartável com água.
Estávamos na recepção do IML.
Minha respiração estava falha e minha visão completamente embaçada por conta das lágrimas.
Minhas mãos tremiam e minha cabeça latejava, totalmente.
- Vai ficar tudo bem, meu amor - ela disse e me abraçou de lado.
- Eu não tenho mais ninguém, Pattie - falei baixo, mas o suficiente para que ela escutasse.
- Não, você não está sozinha... Você ao Justin, ao Jeremy e a mim - ela disse e beijou minha testa.
Apoiei minha cabeça em seu ombro e ali mesmo, chorei mais e mais.

[...]

Já tínhamos voltado para casa de Jeremy, na qual tinha chego do mercado.
Os dois, Pattie e Jeremy, ficaram me consolando e até pensaram em ficar com a minha guarda e a de Justin.
Mas eu disse que ia pensar.
Conversamos sobre variados assuntos, até que eu fiquei curiosa em relação ao filho que ela perdeu.
- Pattie? - chamei-a e ela me olhou.
- Sim, querida - disse e sorriu.
- O que aconteceu no dia 1 de março de 1994? - perguntei e o sorriso desapareceu do rosto dela - se não quiser falar sobre isso, não precisa - eu disse e ela deu um sorriso de lado.
- Não, não me importo de falar - ela suspirou e eu sorri - Bom, naquele dia a bolsa estourou e eu para o médico, e logo liguei para Jeremy. Ao chegar no hospital fiz tudo o que foi pedido e na hora de dar a luz, o parto seria cesariana. Os procedimentos foram feitos e até hoje eu consigo escutar aquele som de choro de bebê, uma das minhas únicas memórias que eu tenho dele - ela deixou uma lágrima cair, limpou-a e continuou - e assim que tiraram o excesso de sangue do corpinho dele, me deram ele. Depois Jeremy quase fez uma segunda guerra mundial para poder eles colocarem a roupinha que a mãe dele comprou pro bebê, antes dele ir para a encubadora - ela riu dos próprios pensamentos e continuou - e eu depois só lembro de cair no sono por causa do anestesia e acordar com Jeremy chorando, dizendo que a pessoa que eu mais amava na vida, mesmo que tivesse nem um dia de vida, estava morto - ela terminou e ele fiz carinho no braço dela, como consolo.
- Você chegou a ver ele morto? - perguntei e ela negou.
- Eles disseram que já haviam mandado o corpo para um freezer e logo usariam em laboratórios - ela disse e eu fiquei chocada.
- Você sabe que isso é crime, néh? Fazer isso com um bebê sem a permissão de algum parente - falei e ela olhou em meu rosto.
- Eles disseram que tiveram autorização de uma mulher que se dizia ser tia dele - ela disse e eu suspirei, antes que eu chorasse de raiva.
- Eu sinto muito - sorri de lado e ela retribuiu o sorriso.
- A única coisa que me sobrou foi uma foto, que o Jeremy tirou quando ele estava na encubadora, minutos antes de morrer - ela disse e eu fiquei curiosa.
- Você ainda tem essa foto? - perguntei e ela assentiu. Logo foi até a bolsa e pegou a carteira, tirando de lá uma fotografia.
- Essa foto é praticamente minha vida - ela disse me entregando a foto e eu apenas sorri e peguei a foto da mão dela.
Observei bem a foto... Pera... Eu conheço essa roupinha.
Esse bebê se parece muito com o da foto que encontrei na gaveta de Justin...
Ah não.
- Não pode ser - sussurrei.

CONTINUAAAAAAAA...
Ela desce, desce, desce gosta de ir até o chão ♪

Oi, mesninas  :)
Tô de volta... Sei que postei tarde mas postei  >.<

BEM-VINDAS NOVAS LEITORAS.
E muito obrigado a TODAS pelo apoio.
XOXO

Fiquem com o Codes, o Justin e essas mina ai da família Kardashian (não gosto da Kendall e nem da Kylie  ú.ú  não me batam)  \o/


13.9.12

Desculpas.



Bom, eu não tenho coragem de chegar aqui e pedir desculpas por ter sumido essa semana toda.
Mas enfim, estou aqui para explicar o por quê.
Como TODAS devem saber, eu tenho vida social, sendo que a minha vida social é muito complicada.
Os motivos por eu não ter postado: internet, pais, escola e sentimentos.
Minha internet está PÉSSIMA. Ela cai, não volta, e se volta é só depois de horas. Se não me engano, anteontem eu passei o dia todo sem internet.
Meus pais estão achando que eu tô muito mal-criada e tals. Só porque eu não gosto da sociedade e andar pela rua  ú.ú  Mas enfim, eu iria ficar de castigo, sem mexer no computador e tals, mas graças a minha atuação - QUE SE DEUS QUISER EU SEREI FUTURAMENTE ATRIZ - eu não fiquei... MAAAAAAS, o meu tempo na net foi reduzido  :/
A escola tem ocupado bastante meu tempo. Está chegando as provas, sendo que também tem trabalhos e testes para fazer e tals. Para ser sincera, eu não estudo... Mas ainda tem os trabalhos. Para vocês terem noção, ontem eu passei a tarde toda - desde 15:30 até umas 19:30, mais ou menos isso -  traduzindo um livrinho do inglês para o português. Mano, eu não conseguia nem sentir meus dedos... E SEM CONTAR QUE EU NÃO SEI A MATÉRIA DE MATEMÁTICA E O TESTE É SEMANA QUE VEM, então vou ter que dar uma lidinha para ver se entendo...
E agora os sentimentos... Eu tenho andado MUITO raivosa e deprimida. Eu tô chorando por qualquer coisa - é sério, quando eu tava escrevendo o imagine, na parte que os pais da Melanie morreram, eu chorei - e eu tenho sentido raiva de TUDO. Algumas amigas até reclamaram comigo, e pediram para eu parar de ser arrogante... Mas enfim, eu não sei o que está acontecendo comigo, apesar do fato de eu ser bipolar.
Mas é isso...
Não pensem que eu não estou postando porque não quero. Ao contrário, minha cabeça tá borbulhando de idéias. AI, JÁ TÔ ATÉ IMAGINANDO A SEGUNDA TEMPORADA.
AAAAAAAH, e eu também tô escrevendo um Imagine lá no meu blog Simpsonizer... Mas eu não vou postá-lo agora porque estou concentrada nesse imagine  >.<
ENFIM, é isso.
O próximo capítulo eu devo postar amanhã, talvez.
Talvez porque eu não sei o que pode acontecer até lá. Mas se eu morrer eu possuo o corpo de algum humano, entro no blog, escrevo o Imagine e posto  ;D

Baaaaaaaai  \o/

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, e outra coisa.

Vejam esse print abaixo:


Então, vejam os bagúio que eu circulei de vermelho.
Vou explicar: os capítulos têm tido mais de 100 visualizações, sendo que, os comentários são poucos.
Isso não é legal  :/
Eu não tô obrigando NINGUÉM a comentar, mas, seria legal vocês mostrarem carinho pela minha pessoa - sou muito carente - .
AAAAAAAAAAAH, OBRIGADO PELOS 10 COMENTÁRIOS, SUAS LINDAS.
Bem vindas, novas leitoras  *-*
Mano, tô in love com essas Beliebers lindas  >.<
É isso aê!

Baaaaaaaaaaaai \o/ ²